terça-feira, 3 de março de 2015

Nem um direito a menos!


6 de março: Coordenação Nacional da CSP-Conlutas aprova dia de luta e paralisações e chama a organizar a greve geral

Preparar a luta unificada em todo o em defesa dos salários, direitos e emprego; contra as medidas 664 e 665 que atacam benefícios dos trabalhadores e o projeto de lei 4330 das terceirizações

A reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas realizada neste final de semana em São Paulo, entre outras resoluções, aprovou a realização de um Dia Nacional de Lutas e Paralisações neste 6 de março, sexta-feira. 
 O movimento dos trabalhadores precisa dar uma resposta imediata aos ataques promovidos recentemente pelo governo Dilma Rousseff. Diante da crise econômica que se agrava, os trabalhadores são os primeiros a sofrer as consequências. As empresas já começam a demitir sem que o governo se manifeste; foi reeditado o projeto de lei 4330, que favorece as terceirizações, que implicam em retirada de direitos dos trabalhadores; as medidas provisórias 664 e 665 anunciadas no início deste ano atacam benefícios fundamentais como o seguro-desemprego e o benefício das aposentadorias.
 O ato nacional convocado para o Rio de Janeiro, na mesma data, principalmente pela Fasubra e pelo Andes-SN, contra a privatização dos serviços públicos, dos hospitais universitários e contra a Ebserh, também será palco para o ato unificado que marcará este dia nacional de lutas. Haverá caravanas de todo o país nesta atividade.
 Assim, a CSP-Conlutas faz um chamado a todas suas entidades e movimentos filiados e os movimentos que querem lutar, para que organizem mobilizações nesta data. Podem ser panfletagens, assembleias, atos públicos, manifestações, passeatas e paralisações onde for possível.
 Os operários da construção civil de Belém (PA) já decidiram que paralisarão os canteiros de obras e farão uma manifestação pelas ruas da capital paraense. Os operários da construção civil de Fortaleza (CE) também farão paralisações e, no fim da tarde, diversas categorias se unem às mulheres para o ato antecipado do 8 de Março – Dia Internacional de luta da Mulher; e, no interior, param as atividades os professores de Juazeiro. Em Minas Gerais, também já estão organizando o dia 6. Na Helibras, nas metalúrgicas de São João Del Rey, Itajubá, Itaúna e Divinópolis já têm paralisações marcadas, assim como os gráficos de Alterosa; diversas categorias farão um ato na praça Sete às 14 horas e, em seguida, às 16 horas, se juntam ao ato pelo Dia Internacional da Mulher. Em outros estados também estão sendo preparadas mobilizações para esta data.

Resolução aprovada pela Coordenação impulsiona dia 6 de março e se distancia do movimento de direita

“O aprofundamento da crise política e econômica exige uma resposta classista por parte dos trabalhadores” afirma a resolução aprovada na reunião da Coordenação defendendo a luta dos trabalhadores contra os ataques que vem sendo desferidos pelo governo Dilma Rousseff.
 “As últimas semanas foram marcadas pela intensificação da crise econômica e política e por processos de mobilização dos trabalhadores, dentre eles as greves dos servidores do Paraná, dos operários da GM de São José dos Campos, de servidores de várias partes do país e ainda por mobilizações como a dos trabalhadores demitidos do Comperj e a paralisação e bloqueios de estradas realizadas pelos caminhoneiros”, resgata o documento.
 Na avaliação dos presentes a reunião a indignação entre os trabalhadores, o povo mais pobre e os setores médios, que vem crescendo rapidamente. As medidas de ajuste fiscal e, sobretudo, os ataques ao seguro desemprego, PIS, pensões, combinado com o aumento da inflação e do custo de vida são elementos importantes para esse descontentamento, que se agravam com o aumento generalizado dos preços dos alimentos e das tarifas, a falta de água e possibilidade de apagão, as demissões e notícias de corrupção, principalmente na Petrobrás, com a Operação Lava Jato. As medidas provisórias 664 e 665 são o exemplo mais acabado, ao retirarem direitos de viúvas, desempregados, familiares de presos e doentes.
 A polarização entre o governo e a oposição de direita está cada vez mais em evidência e reafirma a necessidade política de construção de um campo de luta, independente do governo e da direita, “que se apoie nas mobilizações da classe trabalhadora, para levantar um programa e lutar em defesa do emprego e dos direitos ameaçados”, resgata a resolução aprovada pela Coordenação, ao defender o 6 de março como dia de luta em contraposição à convocação do dia 15 de março convocado pelo PSDB e a direita.

Um chamado à unidade para construir um dia de paralisação nacional rumo à Greve Geral!

A reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas também aprovou um chamado amplo de unidade para lutar, dirigido em especial às centrais sindicais majoritárias e demais organizações sindicais e populares do nosso país.
 A CSP-Conlutas defende que é hora de começar a preparar uma grande greve geral no país com as diversas centrais sindicais e entidades que representam os trabalhadores, os movimentos populares, os que lutam contra as opressões e a juventude. É preciso juntar a todos! É importante construir essa luta em torno de uma plataforma unificada contra o ajuste fiscal e as reformas dos governos federal, estaduais e municipais. Isso se traduz na luta pela revogação das MPs 664 e 665, pelo arquivamento do PL 4330 das terceirizações, pelo fim das demissões e pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários, em defesa da Petrobrás 100% Estatal e a exigência de punição, confisco dos bens e prisão de todos os corruptos e corruptores, desde o governo FHC, contra os cortes no orçamento das verbas destinadas às áreas sociais e pela suspensão do pagamento da dívida pública aos banqueiros.
Fonte: site CSPConlutas

6 de março: Coordenação Nacional da CSP-Conlutas aprova dia de luta e paralisações e chama a organizar a greve geral

02/03/2015

 0

Preparar a luta unificada em todo o em defesa dos salários, direitos e emprego; contra as medidas 664 e 665 que atacam benefícios dos trabalhadores e o projeto de lei 4330 das terceirizações

A reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas realizada neste final de semana em São Paulo, entre outras resoluções, aprovou a realização de um Dia Nacional de Lutas e Paralisações neste 6 de março, sexta-feira.

O movimento dos trabalhadores precisa dar uma resposta imediata aos ataques promovidos recentemente pelo governo Dilma Rousseff. Diante da crise econômica que se agrava, os trabalhadores são os primeiros a sofrer as consequências. As empresas já começam a demitir sem que o governo se manifeste; foi reeditado o projeto de lei 4330, que favorece as terceirizações, que implicam em retirada de direitos dos trabalhadores; as medidas provisórias 664 e 665 anunciadas no início deste ano atacam benefícios fundamentais como o seguro-desemprego e o benefício das aposentadorias.

O ato nacional convocado para o Rio de Janeiro, na mesma data, principalmente pela Fasubra e pelo Andes-SN, contra a privatização dos serviços públicos, dos hospitais universitários e contra a Ebserh, também será palco para o ato unificado que marcará este dia nacional de lutas. Haverá caravanas de todo o país nesta atividade.

Assim, a CSP-Conlutas faz um chamado a todas suas entidades e movimentos filiados e os movimentos que querem lutar, para que organizem mobilizações nesta data. Podem ser panfletagens, assembleias, atos públicos, manifestações, passeatas e paralisações onde for possível.

Os operários da construção civil de Belém (PA) já decidiram que paralisarão os canteiros de obras e farão uma manifestação pelas ruas da capital paraense. Os operários da construção civil de Fortaleza (CE) também farão paralisações e, no fim da tarde, diversas categorias se unem às mulheres para o ato antecipado do 8 de Março – Dia Internacional de luta da Mulher; e, no interior, param as atividades os professores de Juazeiro. Em Minas Gerais, também já estão organizando o dia 6. Na Helibras, nas metalúrgicas de São João Del Rey, Itajubá, Itaúna e Divinópolis já têm paralisações marcadas, assim como os gráficos de Alterosa; diversas categorias farão um ato na praça Sete às 14 horas e, em seguida, às 16 horas, se juntam ao ato pelo Dia Internacional da Mulher. Em outros estados também estão sendo preparadas mobilizações para esta data.

Resolução aprovada pela Coordenação impulsiona dia 6 de março e se distancia do movimento de direita

“O aprofundamento da crise política e econômica exige uma resposta classista por parte dos trabalhadores” afirma a resolução aprovada na reunião da Coordenação defendendo a luta dos trabalhadores contra os ataques que vem sendo desferidos pelo governo Dilma Rousseff.

“As últimas semanas foram marcadas pela intensificação da crise econômica e política e por processos de mobilização dos trabalhadores, dentre eles as greves dos servidores do Paraná, dos operários da GM de São José dos Campos, de servidores de várias partes do país e ainda por mobilizações como a dos trabalhadores demitidos do Comperj e a paralisação e bloqueios de estradas realizadas pelos caminhoneiros”, resgata o documento.

Na avaliação dos presentes a reunião a indignação entre os trabalhadores, o povo mais pobre e os setores médios, que vem crescendo rapidamente. As medidas de ajuste fiscal e, sobretudo, os ataques ao seguro desemprego, PIS, pensões, combinado com o aumento da inflação e do custo de vida são elementos importantes para esse descontentamento, que se agravam com o aumento generalizado dos preços dos alimentos e das tarifas, a falta de água e possibilidade de apagão, as demissões e notícias de corrupção, principalmente na Petrobrás, com a Operação Lava Jato. As medidas provisórias 664 e 665 são o exemplo mais acabado, ao retirarem direitos de viúvas, desempregados, familiares de presos e doentes.

A polarização entre o governo e a oposição de direita está cada vez mais em evidência e reafirma a necessidade política de construção de um campo de luta, independente do governo e da direita, “que se apoie nas mobilizações da classe trabalhadora, para levantar um programa e lutar em defesa do emprego e dos direitos ameaçados”, resgata a resolução aprovada pela Coordenação, ao defender o 6 de março como dia de luta em contraposição à convocação do dia 15 de março convocado pelo PSDB e a direita.

Um chamado à unidade para construir um dia de paralisação nacional rumo à Greve Geral!

A reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas também aprovou um chamado amplo de unidade para lutar, dirigido em especial às centrais sindicais majoritárias e demais organizações sindicais e populares do nosso país.

A CSP-Conlutas defende que é hora de começar a preparar uma grande greve geral no país com as diversas centrais sindicais e entidades que representam os trabalhadores, os movimentos populares, os que lutam contra as opressões e a juventude. É preciso juntar a todos! É importante construir essa luta em torno de uma plataforma unificada contra o ajuste fiscal e as reformas dos governos federal, estaduais e municipais. Isso se traduz na luta pela revogação das MPs 664 e 665, pelo arquivamento do PL 4330 das terceirizações, pelo fim das demissões e pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários, em defesa da Petrobrás 100% Estatal e a exigência de punição, confisco dos bens e prisão de todos os corruptos e corruptores, desde o governo FHC, contra os cortes no orçamento das verbas destinadas às áreas sociais e pela suspensão do pagamento da dívida pública aos banqueiros.
- See more at: http://cspconlutas.org.br/2015/03/6-de-marco-coordenacao-nacional-da-csp-conlutas-aprova-dia-de-luta-e-paralisacoes-e-chama-a-organizar-a-greve-geral/#sthash.z9OrXNJ2.dpuf

6 de março: Coordenação Nacional da CSP-Conlutas aprova dia de luta e paralisações e chama a organizar a greve geral

02/03/2015

 0

Preparar a luta unificada em todo o em defesa dos salários, direitos e emprego; contra as medidas 664 e 665 que atacam benefícios dos trabalhadores e o projeto de lei 4330 das terceirizações

A reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas realizada neste final de semana em São Paulo, entre outras resoluções, aprovou a realização de um Dia Nacional de Lutas e Paralisações neste 6 de março, sexta-feira.

O movimento dos trabalhadores precisa dar uma resposta imediata aos ataques promovidos recentemente pelo governo Dilma Rousseff. Diante da crise econômica que se agrava, os trabalhadores são os primeiros a sofrer as consequências. As empresas já começam a demitir sem que o governo se manifeste; foi reeditado o projeto de lei 4330, que favorece as terceirizações, que implicam em retirada de direitos dos trabalhadores; as medidas provisórias 664 e 665 anunciadas no início deste ano atacam benefícios fundamentais como o seguro-desemprego e o benefício das aposentadorias.

O ato nacional convocado para o Rio de Janeiro, na mesma data, principalmente pela Fasubra e pelo Andes-SN, contra a privatização dos serviços públicos, dos hospitais universitários e contra a Ebserh, também será palco para o ato unificado que marcará este dia nacional de lutas. Haverá caravanas de todo o país nesta atividade.

Assim, a CSP-Conlutas faz um chamado a todas suas entidades e movimentos filiados e os movimentos que querem lutar, para que organizem mobilizações nesta data. Podem ser panfletagens, assembleias, atos públicos, manifestações, passeatas e paralisações onde for possível.

Os operários da construção civil de Belém (PA) já decidiram que paralisarão os canteiros de obras e farão uma manifestação pelas ruas da capital paraense. Os operários da construção civil de Fortaleza (CE) também farão paralisações e, no fim da tarde, diversas categorias se unem às mulheres para o ato antecipado do 8 de Março – Dia Internacional de luta da Mulher; e, no interior, param as atividades os professores de Juazeiro. Em Minas Gerais, também já estão organizando o dia 6. Na Helibras, nas metalúrgicas de São João Del Rey, Itajubá, Itaúna e Divinópolis já têm paralisações marcadas, assim como os gráficos de Alterosa; diversas categorias farão um ato na praça Sete às 14 horas e, em seguida, às 16 horas, se juntam ao ato pelo Dia Internacional da Mulher. Em outros estados também estão sendo preparadas mobilizações para esta data.

Resolução aprovada pela Coordenação impulsiona dia 6 de março e se distancia do movimento de direita

“O aprofundamento da crise política e econômica exige uma resposta classista por parte dos trabalhadores” afirma a resolução aprovada na reunião da Coordenação defendendo a luta dos trabalhadores contra os ataques que vem sendo desferidos pelo governo Dilma Rousseff.

“As últimas semanas foram marcadas pela intensificação da crise econômica e política e por processos de mobilização dos trabalhadores, dentre eles as greves dos servidores do Paraná, dos operários da GM de São José dos Campos, de servidores de várias partes do país e ainda por mobilizações como a dos trabalhadores demitidos do Comperj e a paralisação e bloqueios de estradas realizadas pelos caminhoneiros”, resgata o documento.

Na avaliação dos presentes a reunião a indignação entre os trabalhadores, o povo mais pobre e os setores médios, que vem crescendo rapidamente. As medidas de ajuste fiscal e, sobretudo, os ataques ao seguro desemprego, PIS, pensões, combinado com o aumento da inflação e do custo de vida são elementos importantes para esse descontentamento, que se agravam com o aumento generalizado dos preços dos alimentos e das tarifas, a falta de água e possibilidade de apagão, as demissões e notícias de corrupção, principalmente na Petrobrás, com a Operação Lava Jato. As medidas provisórias 664 e 665 são o exemplo mais acabado, ao retirarem direitos de viúvas, desempregados, familiares de presos e doentes.

A polarização entre o governo e a oposição de direita está cada vez mais em evidência e reafirma a necessidade política de construção de um campo de luta, independente do governo e da direita, “que se apoie nas mobilizações da classe trabalhadora, para levantar um programa e lutar em defesa do emprego e dos direitos ameaçados”, resgata a resolução aprovada pela Coordenação, ao defender o 6 de março como dia de luta em contraposição à convocação do dia 15 de março convocado pelo PSDB e a direita.

Um chamado à unidade para construir um dia de paralisação nacional rumo à Greve Geral!

A reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas também aprovou um chamado amplo de unidade para lutar, dirigido em especial às centrais sindicais majoritárias e demais organizações sindicais e populares do nosso país.

A CSP-Conlutas defende que é hora de começar a preparar uma grande greve geral no país com as diversas centrais sindicais e entidades que representam os trabalhadores, os movimentos populares, os que lutam contra as opressões e a juventude. É preciso juntar a todos! É importante construir essa luta em torno de uma plataforma unificada contra o ajuste fiscal e as reformas dos governos federal, estaduais e municipais. Isso se traduz na luta pela revogação das MPs 664 e 665, pelo arquivamento do PL 4330 das terceirizações, pelo fim das demissões e pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários, em defesa da Petrobrás 100% Estatal e a exigência de punição, confisco dos bens e prisão de todos os corruptos e corruptores, desde o governo FHC, contra os cortes no orçamento das verbas destinadas às áreas sociais e pela suspensão do pagamento da dívida pública aos banqueiros.
- See more at: http://cspconlutas.org.br/2015/03/6-de-marco-coordenacao-nacional-da-csp-conlutas-aprova-dia-de-luta-e-paralisacoes-e-chama-a-organizar-a-greve-geral/#sthash.z9OrXNJ2.dpuf

6 de março: Coordenação Nacional da CSP-Conlutas aprova dia de luta e paralisações e chama a organizar a greve geral

02/03/2015

 0

Preparar a luta unificada em todo o em defesa dos salários, direitos e emprego; contra as medidas 664 e 665 que atacam benefícios dos trabalhadores e o projeto de lei 4330 das terceirizações

A reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas realizada neste final de semana em São Paulo, entre outras resoluções, aprovou a realização de um Dia Nacional de Lutas e Paralisações neste 6 de março, sexta-feira.

O movimento dos trabalhadores precisa dar uma resposta imediata aos ataques promovidos recentemente pelo governo Dilma Rousseff. Diante da crise econômica que se agrava, os trabalhadores são os primeiros a sofrer as consequências. As empresas já começam a demitir sem que o governo se manifeste; foi reeditado o projeto de lei 4330, que favorece as terceirizações, que implicam em retirada de direitos dos trabalhadores; as medidas provisórias 664 e 665 anunciadas no início deste ano atacam benefícios fundamentais como o seguro-desemprego e o benefício das aposentadorias.

O ato nacional convocado para o Rio de Janeiro, na mesma data, principalmente pela Fasubra e pelo Andes-SN, contra a privatização dos serviços públicos, dos hospitais universitários e contra a Ebserh, também será palco para o ato unificado que marcará este dia nacional de lutas. Haverá caravanas de todo o país nesta atividade.

Assim, a CSP-Conlutas faz um chamado a todas suas entidades e movimentos filiados e os movimentos que querem lutar, para que organizem mobilizações nesta data. Podem ser panfletagens, assembleias, atos públicos, manifestações, passeatas e paralisações onde for possível.

Os operários da construção civil de Belém (PA) já decidiram que paralisarão os canteiros de obras e farão uma manifestação pelas ruas da capital paraense. Os operários da construção civil de Fortaleza (CE) também farão paralisações e, no fim da tarde, diversas categorias se unem às mulheres para o ato antecipado do 8 de Março – Dia Internacional de luta da Mulher; e, no interior, param as atividades os professores de Juazeiro. Em Minas Gerais, também já estão organizando o dia 6. Na Helibras, nas metalúrgicas de São João Del Rey, Itajubá, Itaúna e Divinópolis já têm paralisações marcadas, assim como os gráficos de Alterosa; diversas categorias farão um ato na praça Sete às 14 horas e, em seguida, às 16 horas, se juntam ao ato pelo Dia Internacional da Mulher. Em outros estados também estão sendo preparadas mobilizações para esta data.

Resolução aprovada pela Coordenação impulsiona dia 6 de março e se distancia do movimento de direita

“O aprofundamento da crise política e econômica exige uma resposta classista por parte dos trabalhadores” afirma a resolução aprovada na reunião da Coordenação defendendo a luta dos trabalhadores contra os ataques que vem sendo desferidos pelo governo Dilma Rousseff.

“As últimas semanas foram marcadas pela intensificação da crise econômica e política e por processos de mobilização dos trabalhadores, dentre eles as greves dos servidores do Paraná, dos operários da GM de São José dos Campos, de servidores de várias partes do país e ainda por mobilizações como a dos trabalhadores demitidos do Comperj e a paralisação e bloqueios de estradas realizadas pelos caminhoneiros”, resgata o documento.

Na avaliação dos presentes a reunião a indignação entre os trabalhadores, o povo mais pobre e os setores médios, que vem crescendo rapidamente. As medidas de ajuste fiscal e, sobretudo, os ataques ao seguro desemprego, PIS, pensões, combinado com o aumento da inflação e do custo de vida são elementos importantes para esse descontentamento, que se agravam com o aumento generalizado dos preços dos alimentos e das tarifas, a falta de água e possibilidade de apagão, as demissões e notícias de corrupção, principalmente na Petrobrás, com a Operação Lava Jato. As medidas provisórias 664 e 665 são o exemplo mais acabado, ao retirarem direitos de viúvas, desempregados, familiares de presos e doentes.

A polarização entre o governo e a oposição de direita está cada vez mais em evidência e reafirma a necessidade política de construção de um campo de luta, independente do governo e da direita, “que se apoie nas mobilizações da classe trabalhadora, para levantar um programa e lutar em defesa do emprego e dos direitos ameaçados”, resgata a resolução aprovada pela Coordenação, ao defender o 6 de março como dia de luta em contraposição à convocação do dia 15 de março convocado pelo PSDB e a direita.

Um chamado à unidade para construir um dia de paralisação nacional rumo à Greve Geral!

A reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas também aprovou um chamado amplo de unidade para lutar, dirigido em especial às centrais sindicais majoritárias e demais organizações sindicais e populares do nosso país.

A CSP-Conlutas defende que é hora de começar a preparar uma grande greve geral no país com as diversas centrais sindicais e entidades que representam os trabalhadores, os movimentos populares, os que lutam contra as opressões e a juventude. É preciso juntar a todos! É importante construir essa luta em torno de uma plataforma unificada contra o ajuste fiscal e as reformas dos governos federal, estaduais e municipais. Isso se traduz na luta pela revogação das MPs 664 e 665, pelo arquivamento do PL 4330 das terceirizações, pelo fim das demissões e pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários, em defesa da Petrobrás 100% Estatal e a exigência de punição, confisco dos bens e prisão de todos os corruptos e corruptores, desde o governo FHC, contra os cortes no orçamento das verbas destinadas às áreas sociais e pela suspensão do pagamento da dívida pública aos banqueiros.
- See more at: http://cspconlutas.org.br/2015/03/6-de-marco-coordenacao-nacional-da-csp-conlutas-aprova-dia-de-luta-e-paralisacoes-e-chama-a-organizar-a-greve-geral/#sthash.z9OrXNJ2.dpuf

6 de março: Coordenação Nacional da CSP-Conlutas aprova dia de luta e paralisações e chama a organizar a greve geral

02/03/2015

 0

Preparar a luta unificada em todo o em defesa dos salários, direitos e emprego; contra as medidas 664 e 665 que atacam benefícios dos trabalhadores e o projeto de lei 4330 das terceirizações

A reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas realizada neste final de semana em São Paulo, entre outras resoluções, aprovou a realização de um Dia Nacional de Lutas e Paralisações neste 6 de março, sexta-feira.

O movimento dos trabalhadores precisa dar uma resposta imediata aos ataques promovidos recentemente pelo governo Dilma Rousseff. Diante da crise econômica que se agrava, os trabalhadores são os primeiros a sofrer as consequências. As empresas já começam a demitir sem que o governo se manifeste; foi reeditado o projeto de lei 4330, que favorece as terceirizações, que implicam em retirada de direitos dos trabalhadores; as medidas provisórias 664 e 665 anunciadas no início deste ano atacam benefícios fundamentais como o seguro-desemprego e o benefício das aposentadorias.

O ato nacional convocado para o Rio de Janeiro, na mesma data, principalmente pela Fasubra e pelo Andes-SN, contra a privatização dos serviços públicos, dos hospitais universitários e contra a Ebserh, também será palco para o ato unificado que marcará este dia nacional de lutas. Haverá caravanas de todo o país nesta atividade.

Assim, a CSP-Conlutas faz um chamado a todas suas entidades e movimentos filiados e os movimentos que querem lutar, para que organizem mobilizações nesta data. Podem ser panfletagens, assembleias, atos públicos, manifestações, passeatas e paralisações onde for possível.

Os operários da construção civil de Belém (PA) já decidiram que paralisarão os canteiros de obras e farão uma manifestação pelas ruas da capital paraense. Os operários da construção civil de Fortaleza (CE) também farão paralisações e, no fim da tarde, diversas categorias se unem às mulheres para o ato antecipado do 8 de Março – Dia Internacional de luta da Mulher; e, no interior, param as atividades os professores de Juazeiro. Em Minas Gerais, também já estão organizando o dia 6. Na Helibras, nas metalúrgicas de São João Del Rey, Itajubá, Itaúna e Divinópolis já têm paralisações marcadas, assim como os gráficos de Alterosa; diversas categorias farão um ato na praça Sete às 14 horas e, em seguida, às 16 horas, se juntam ao ato pelo Dia Internacional da Mulher. Em outros estados também estão sendo preparadas mobilizações para esta data.

Resolução aprovada pela Coordenação impulsiona dia 6 de março e se distancia do movimento de direita

“O aprofundamento da crise política e econômica exige uma resposta classista por parte dos trabalhadores” afirma a resolução aprovada na reunião da Coordenação defendendo a luta dos trabalhadores contra os ataques que vem sendo desferidos pelo governo Dilma Rousseff.

“As últimas semanas foram marcadas pela intensificação da crise econômica e política e por processos de mobilização dos trabalhadores, dentre eles as greves dos servidores do Paraná, dos operários da GM de São José dos Campos, de servidores de várias partes do país e ainda por mobilizações como a dos trabalhadores demitidos do Comperj e a paralisação e bloqueios de estradas realizadas pelos caminhoneiros”, resgata o documento.

Na avaliação dos presentes a reunião a indignação entre os trabalhadores, o povo mais pobre e os setores médios, que vem crescendo rapidamente. As medidas de ajuste fiscal e, sobretudo, os ataques ao seguro desemprego, PIS, pensões, combinado com o aumento da inflação e do custo de vida são elementos importantes para esse descontentamento, que se agravam com o aumento generalizado dos preços dos alimentos e das tarifas, a falta de água e possibilidade de apagão, as demissões e notícias de corrupção, principalmente na Petrobrás, com a Operação Lava Jato. As medidas provisórias 664 e 665 são o exemplo mais acabado, ao retirarem direitos de viúvas, desempregados, familiares de presos e doentes.

A polarização entre o governo e a oposição de direita está cada vez mais em evidência e reafirma a necessidade política de construção de um campo de luta, independente do governo e da direita, “que se apoie nas mobilizações da classe trabalhadora, para levantar um programa e lutar em defesa do emprego e dos direitos ameaçados”, resgata a resolução aprovada pela Coordenação, ao defender o 6 de março como dia de luta em contraposição à convocação do dia 15 de março convocado pelo PSDB e a direita.

Um chamado à unidade para construir um dia de paralisação nacional rumo à Greve Geral!

A reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas também aprovou um chamado amplo de unidade para lutar, dirigido em especial às centrais sindicais majoritárias e demais organizações sindicais e populares do nosso país.

A CSP-Conlutas defende que é hora de começar a preparar uma grande greve geral no país com as diversas centrais sindicais e entidades que representam os trabalhadores, os movimentos populares, os que lutam contra as opressões e a juventude. É preciso juntar a todos! É importante construir essa luta em torno de uma plataforma unificada contra o ajuste fiscal e as reformas dos governos federal, estaduais e municipais. Isso se traduz na luta pela revogação das MPs 664 e 665, pelo arquivamento do PL 4330 das terceirizações, pelo fim das demissões e pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários, em defesa da Petrobrás 100% Estatal e a exigência de punição, confisco dos bens e prisão de todos os corruptos e corruptores, desde o governo FHC, contra os cortes no orçamento das verbas destinadas às áreas sociais e pela suspensão do pagamento da dívida pública aos banqueiros.
- See more at: http://cspconlutas.org.br/2015/03/6-de-marco-coordenacao-nacional-da-csp-conlutas-aprova-dia-de-luta-e-paralisacoes-e-chama-a-organizar-a-greve-geral/#sthash.z9OrXNJ2.dpuf

6 de março: Coordenação Nacional da CSP-Conlutas aprova dia de luta e paralisações e chama a organizar a greve geral

02/03/2015

 0

Preparar a luta unificada em todo o em defesa dos salários, direitos e emprego; contra as medidas 664 e 665 que atacam benefícios dos trabalhadores e o projeto de lei 4330 das terceirizações

A reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas realizada neste final de semana em São Paulo, entre outras resoluções, aprovou a realização de um Dia Nacional de Lutas e Paralisações neste 6 de março, sexta-feira.

O movimento dos trabalhadores precisa dar uma resposta imediata aos ataques promovidos recentemente pelo governo Dilma Rousseff. Diante da crise econômica que se agrava, os trabalhadores são os primeiros a sofrer as consequências. As empresas já começam a demitir sem que o governo se manifeste; foi reeditado o projeto de lei 4330, que favorece as terceirizações, que implicam em retirada de direitos dos trabalhadores; as medidas provisórias 664 e 665 anunciadas no início deste ano atacam benefícios fundamentais como o seguro-desemprego e o benefício das aposentadorias.

O ato nacional convocado para o Rio de Janeiro, na mesma data, principalmente pela Fasubra e pelo Andes-SN, contra a privatização dos serviços públicos, dos hospitais universitários e contra a Ebserh, também será palco para o ato unificado que marcará este dia nacional de lutas. Haverá caravanas de todo o país nesta atividade.

Assim, a CSP-Conlutas faz um chamado a todas suas entidades e movimentos filiados e os movimentos que querem lutar, para que organizem mobilizações nesta data. Podem ser panfletagens, assembleias, atos públicos, manifestações, passeatas e paralisações onde for possível.

Os operários da construção civil de Belém (PA) já decidiram que paralisarão os canteiros de obras e farão uma manifestação pelas ruas da capital paraense. Os operários da construção civil de Fortaleza (CE) também farão paralisações e, no fim da tarde, diversas categorias se unem às mulheres para o ato antecipado do 8 de Março – Dia Internacional de luta da Mulher; e, no interior, param as atividades os professores de Juazeiro. Em Minas Gerais, também já estão organizando o dia 6. Na Helibras, nas metalúrgicas de São João Del Rey, Itajubá, Itaúna e Divinópolis já têm paralisações marcadas, assim como os gráficos de Alterosa; diversas categorias farão um ato na praça Sete às 14 horas e, em seguida, às 16 horas, se juntam ao ato pelo Dia Internacional da Mulher. Em outros estados também estão sendo preparadas mobilizações para esta data.

Resolução aprovada pela Coordenação impulsiona dia 6 de março e se distancia do movimento de direita

“O aprofundamento da crise política e econômica exige uma resposta classista por parte dos trabalhadores” afirma a resolução aprovada na reunião da Coordenação defendendo a luta dos trabalhadores contra os ataques que vem sendo desferidos pelo governo Dilma Rousseff.

“As últimas semanas foram marcadas pela intensificação da crise econômica e política e por processos de mobilização dos trabalhadores, dentre eles as greves dos servidores do Paraná, dos operários da GM de São José dos Campos, de servidores de várias partes do país e ainda por mobilizações como a dos trabalhadores demitidos do Comperj e a paralisação e bloqueios de estradas realizadas pelos caminhoneiros”, resgata o documento.

Na avaliação dos presentes a reunião a indignação entre os trabalhadores, o povo mais pobre e os setores médios, que vem crescendo rapidamente. As medidas de ajuste fiscal e, sobretudo, os ataques ao seguro desemprego, PIS, pensões, combinado com o aumento da inflação e do custo de vida são elementos importantes para esse descontentamento, que se agravam com o aumento generalizado dos preços dos alimentos e das tarifas, a falta de água e possibilidade de apagão, as demissões e notícias de corrupção, principalmente na Petrobrás, com a Operação Lava Jato. As medidas provisórias 664 e 665 são o exemplo mais acabado, ao retirarem direitos de viúvas, desempregados, familiares de presos e doentes.

A polarização entre o governo e a oposição de direita está cada vez mais em evidência e reafirma a necessidade política de construção de um campo de luta, independente do governo e da direita, “que se apoie nas mobilizações da classe trabalhadora, para levantar um programa e lutar em defesa do emprego e dos direitos ameaçados”, resgata a resolução aprovada pela Coordenação, ao defender o 6 de março como dia de luta em contraposição à convocação do dia 15 de março convocado pelo PSDB e a direita.

Um chamado à unidade para construir um dia de paralisação nacional rumo à Greve Geral!

A reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas também aprovou um chamado amplo de unidade para lutar, dirigido em especial às centrais sindicais majoritárias e demais organizações sindicais e populares do nosso país.

A CSP-Conlutas defende que é hora de começar a preparar uma grande greve geral no país com as diversas centrais sindicais e entidades que representam os trabalhadores, os movimentos populares, os que lutam contra as opressões e a juventude. É preciso juntar a todos! É importante construir essa luta em torno de uma plataforma unificada contra o ajuste fiscal e as reformas dos governos federal, estaduais e municipais. Isso se traduz na luta pela revogação das MPs 664 e 665, pelo arquivamento do PL 4330 das terceirizações, pelo fim das demissões e pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários, em defesa da Petrobrás 100% Estatal e a exigência de punição, confisco dos bens e prisão de todos os corruptos e corruptores, desde o governo FHC, contra os cortes no orçamento das verbas destinadas às áreas sociais e pela suspensão do pagamento da dívida pública aos banqueiros.
- See more at: http://cspconlutas.org.br/2015/03/6-de-marco-coordenacao-nacional-da-csp-conlutas-aprova-dia-de-luta-e-paralisacoes-e-chama-a-organizar-a-greve-geral/#sthash.z9OrXNJ2.dpuf

6 de março: Coordenação Nacional da CSP-Conlutas aprova dia de luta e paralisações e chama a organizar a greve geral

02/03/2015

 0

Preparar a luta unificada em todo o em defesa dos salários, direitos e emprego; contra as medidas 664 e 665 que atacam benefícios dos trabalhadores e o projeto de lei 4330 das terceirizações

A reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas realizada neste final de semana em São Paulo, entre outras resoluções, aprovou a realização de um Dia Nacional de Lutas e Paralisações neste 6 de março, sexta-feira.

O movimento dos trabalhadores precisa dar uma resposta imediata aos ataques promovidos recentemente pelo governo Dilma Rousseff. Diante da crise econômica que se agrava, os trabalhadores são os primeiros a sofrer as consequências. As empresas já começam a demitir sem que o governo se manifeste; foi reeditado o projeto de lei 4330, que favorece as terceirizações, que implicam em retirada de direitos dos trabalhadores; as medidas provisórias 664 e 665 anunciadas no início deste ano atacam benefícios fundamentais como o seguro-desemprego e o benefício das aposentadorias.

O ato nacional convocado para o Rio de Janeiro, na mesma data, principalmente pela Fasubra e pelo Andes-SN, contra a privatização dos serviços públicos, dos hospitais universitários e contra a Ebserh, também será palco para o ato unificado que marcará este dia nacional de lutas. Haverá caravanas de todo o país nesta atividade.

Assim, a CSP-Conlutas faz um chamado a todas suas entidades e movimentos filiados e os movimentos que querem lutar, para que organizem mobilizações nesta data. Podem ser panfletagens, assembleias, atos públicos, manifestações, passeatas e paralisações onde for possível.

Os operários da construção civil de Belém (PA) já decidiram que paralisarão os canteiros de obras e farão uma manifestação pelas ruas da capital paraense. Os operários da construção civil de Fortaleza (CE) também farão paralisações e, no fim da tarde, diversas categorias se unem às mulheres para o ato antecipado do 8 de Março – Dia Internacional de luta da Mulher; e, no interior, param as atividades os professores de Juazeiro. Em Minas Gerais, também já estão organizando o dia 6. Na Helibras, nas metalúrgicas de São João Del Rey, Itajubá, Itaúna e Divinópolis já têm paralisações marcadas, assim como os gráficos de Alterosa; diversas categorias farão um ato na praça Sete às 14 horas e, em seguida, às 16 horas, se juntam ao ato pelo Dia Internacional da Mulher. Em outros estados também estão sendo preparadas mobilizações para esta data.

Resolução aprovada pela Coordenação impulsiona dia 6 de março e se distancia do movimento de direita

“O aprofundamento da crise política e econômica exige uma resposta classista por parte dos trabalhadores” afirma a resolução aprovada na reunião da Coordenação defendendo a luta dos trabalhadores contra os ataques que vem sendo desferidos pelo governo Dilma Rousseff.

“As últimas semanas foram marcadas pela intensificação da crise econômica e política e por processos de mobilização dos trabalhadores, dentre eles as greves dos servidores do Paraná, dos operários da GM de São José dos Campos, de servidores de várias partes do país e ainda por mobilizações como a dos trabalhadores demitidos do Comperj e a paralisação e bloqueios de estradas realizadas pelos caminhoneiros”, resgata o documento.

Na avaliação dos presentes a reunião a indignação entre os trabalhadores, o povo mais pobre e os setores médios, que vem crescendo rapidamente. As medidas de ajuste fiscal e, sobretudo, os ataques ao seguro desemprego, PIS, pensões, combinado com o aumento da inflação e do custo de vida são elementos importantes para esse descontentamento, que se agravam com o aumento generalizado dos preços dos alimentos e das tarifas, a falta de água e possibilidade de apagão, as demissões e notícias de corrupção, principalmente na Petrobrás, com a Operação Lava Jato. As medidas provisórias 664 e 665 são o exemplo mais acabado, ao retirarem direitos de viúvas, desempregados, familiares de presos e doentes.

A polarização entre o governo e a oposição de direita está cada vez mais em evidência e reafirma a necessidade política de construção de um campo de luta, independente do governo e da direita, “que se apoie nas mobilizações da classe trabalhadora, para levantar um programa e lutar em defesa do emprego e dos direitos ameaçados”, resgata a resolução aprovada pela Coordenação, ao defender o 6 de março como dia de luta em contraposição à convocação do dia 15 de março convocado pelo PSDB e a direita.

Um chamado à unidade para construir um dia de paralisação nacional rumo à Greve Geral!

A reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas também aprovou um chamado amplo de unidade para lutar, dirigido em especial às centrais sindicais majoritárias e demais organizações sindicais e populares do nosso país.

A CSP-Conlutas defende que é hora de começar a preparar uma grande greve geral no país com as diversas centrais sindicais e entidades que representam os trabalhadores, os movimentos populares, os que lutam contra as opressões e a juventude. É preciso juntar a todos! É importante construir essa luta em torno de uma plataforma unificada contra o ajuste fiscal e as reformas dos governos federal, estaduais e municipais. Isso se traduz na luta pela revogação das MPs 664 e 665, pelo arquivamento do PL 4330 das terceirizações, pelo fim das demissões e pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários, em defesa da Petrobrás 100% Estatal e a exigência de punição, confisco dos bens e prisão de todos os corruptos e corruptores, desde o governo FHC, contra os cortes no orçamento das verbas destinadas às áreas sociais e pela suspensão do pagamento da dívida pública aos banqueiros.
- See more at: http://cspconlutas.org.br/2015/03/6-de-marco-coordenacao-nacional-da-csp-conlutas-aprova-dia-de-luta-e-paralisacoes-e-chama-a-organizar-a-greve-geral/#sthash.z9OrXNJ2.dpuf

6 de março: Coordenação Nacional da CSP-Conlutas aprova dia de luta e paralisações e chama a organizar a greve geral

02/03/2015

 0

Preparar a luta unificada em todo o em defesa dos salários, direitos e emprego; contra as medidas 664 e 665 que atacam benefícios dos trabalhadores e o projeto de lei 4330 das terceirizações

A reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas realizada neste final de semana em São Paulo, entre outras resoluções, aprovou a realização de um Dia Nacional de Lutas e Paralisações neste 6 de março, sexta-feira.

O movimento dos trabalhadores precisa dar uma resposta imediata aos ataques promovidos recentemente pelo governo Dilma Rousseff. Diante da crise econômica que se agrava, os trabalhadores são os primeiros a sofrer as consequências. As empresas já começam a demitir sem que o governo se manifeste; foi reeditado o projeto de lei 4330, que favorece as terceirizações, que implicam em retirada de direitos dos trabalhadores; as medidas provisórias 664 e 665 anunciadas no início deste ano atacam benefícios fundamentais como o seguro-desemprego e o benefício das aposentadorias.

O ato nacional convocado para o Rio de Janeiro, na mesma data, principalmente pela Fasubra e pelo Andes-SN, contra a privatização dos serviços públicos, dos hospitais universitários e contra a Ebserh, também será palco para o ato unificado que marcará este dia nacional de lutas. Haverá caravanas de todo o país nesta atividade.

Assim, a CSP-Conlutas faz um chamado a todas suas entidades e movimentos filiados e os movimentos que querem lutar, para que organizem mobilizações nesta data. Podem ser panfletagens, assembleias, atos públicos, manifestações, passeatas e paralisações onde for possível.

Os operários da construção civil de Belém (PA) já decidiram que paralisarão os canteiros de obras e farão uma manifestação pelas ruas da capital paraense. Os operários da construção civil de Fortaleza (CE) também farão paralisações e, no fim da tarde, diversas categorias se unem às mulheres para o ato antecipado do 8 de Março – Dia Internacional de luta da Mulher; e, no interior, param as atividades os professores de Juazeiro. Em Minas Gerais, também já estão organizando o dia 6. Na Helibras, nas metalúrgicas de São João Del Rey, Itajubá, Itaúna e Divinópolis já têm paralisações marcadas, assim como os gráficos de Alterosa; diversas categorias farão um ato na praça Sete às 14 horas e, em seguida, às 16 horas, se juntam ao ato pelo Dia Internacional da Mulher. Em outros estados também estão sendo preparadas mobilizações para esta data.

Resolução aprovada pela Coordenação impulsiona dia 6 de março e se distancia do movimento de direita

“O aprofundamento da crise política e econômica exige uma resposta classista por parte dos trabalhadores” afirma a resolução aprovada na reunião da Coordenação defendendo a luta dos trabalhadores contra os ataques que vem sendo desferidos pelo governo Dilma Rousseff.

“As últimas semanas foram marcadas pela intensificação da crise econômica e política e por processos de mobilização dos trabalhadores, dentre eles as greves dos servidores do Paraná, dos operários da GM de São José dos Campos, de servidores de várias partes do país e ainda por mobilizações como a dos trabalhadores demitidos do Comperj e a paralisação e bloqueios de estradas realizadas pelos caminhoneiros”, resgata o documento.

Na avaliação dos presentes a reunião a indignação entre os trabalhadores, o povo mais pobre e os setores médios, que vem crescendo rapidamente. As medidas de ajuste fiscal e, sobretudo, os ataques ao seguro desemprego, PIS, pensões, combinado com o aumento da inflação e do custo de vida são elementos importantes para esse descontentamento, que se agravam com o aumento generalizado dos preços dos alimentos e das tarifas, a falta de água e possibilidade de apagão, as demissões e notícias de corrupção, principalmente na Petrobrás, com a Operação Lava Jato. As medidas provisórias 664 e 665 são o exemplo mais acabado, ao retirarem direitos de viúvas, desempregados, familiares de presos e doentes.

A polarização entre o governo e a oposição de direita está cada vez mais em evidência e reafirma a necessidade política de construção de um campo de luta, independente do governo e da direita, “que se apoie nas mobilizações da classe trabalhadora, para levantar um programa e lutar em defesa do emprego e dos direitos ameaçados”, resgata a resolução aprovada pela Coordenação, ao defender o 6 de março como dia de luta em contraposição à convocação do dia 15 de março convocado pelo PSDB e a direita.

Um chamado à unidade para construir um dia de paralisação nacional rumo à Greve Geral!

A reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas também aprovou um chamado amplo de unidade para lutar, dirigido em especial às centrais sindicais majoritárias e demais organizações sindicais e populares do nosso país.

A CSP-Conlutas defende que é hora de começar a preparar uma grande greve geral no país com as diversas centrais sindicais e entidades que representam os trabalhadores, os movimentos populares, os que lutam contra as opressões e a juventude. É preciso juntar a todos! É importante construir essa luta em torno de uma plataforma unificada contra o ajuste fiscal e as reformas dos governos federal, estaduais e municipais. Isso se traduz na luta pela revogação das MPs 664 e 665, pelo arquivamento do PL 4330 das terceirizações, pelo fim das demissões e pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários, em defesa da Petrobrás 100% Estatal e a exigência de punição, confisco dos bens e prisão de todos os corruptos e corruptores, desde o governo FHC, contra os cortes no orçamento das verbas destinadas às áreas sociais e pela suspensão do pagamento da dívida pública aos banqueiros.
- See more at: http://cspconlutas.org.br/2015/03/6-de-marco-coordenacao-nacional-da-csp-conlutas-aprova-dia-de-luta-e-paralisacoes-e-chama-a-organizar-a-greve-geral/#sthash.z9OrXNJ2.dpuf

6 de março: Coordenação Nacional da CSP-Conlutas aprova dia de luta e paralisações e chama a organizar a greve geral

02/03/2015

 0

Preparar a luta unificada em todo o em defesa dos salários, direitos e emprego; contra as medidas 664 e 665 que atacam benefícios dos trabalhadores e o projeto de lei 4330 das terceirizações

A reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas realizada neste final de semana em São Paulo, entre outras resoluções, aprovou a realização de um Dia Nacional de Lutas e Paralisações neste 6 de março, sexta-feira.

O movimento dos trabalhadores precisa dar uma resposta imediata aos ataques promovidos recentemente pelo governo Dilma Rousseff. Diante da crise econômica que se agrava, os trabalhadores são os primeiros a sofrer as consequências. As empresas já começam a demitir sem que o governo se manifeste; foi reeditado o projeto de lei 4330, que favorece as terceirizações, que implicam em retirada de direitos dos trabalhadores; as medidas provisórias 664 e 665 anunciadas no início deste ano atacam benefícios fundamentais como o seguro-desemprego e o benefício das aposentadorias.

O ato nacional convocado para o Rio de Janeiro, na mesma data, principalmente pela Fasubra e pelo Andes-SN, contra a privatização dos serviços públicos, dos hospitais universitários e contra a Ebserh, também será palco para o ato unificado que marcará este dia nacional de lutas. Haverá caravanas de todo o país nesta atividade.

Assim, a CSP-Conlutas faz um chamado a todas suas entidades e movimentos filiados e os movimentos que querem lutar, para que organizem mobilizações nesta data. Podem ser panfletagens, assembleias, atos públicos, manifestações, passeatas e paralisações onde for possível.

Os operários da construção civil de Belém (PA) já decidiram que paralisarão os canteiros de obras e farão uma manifestação pelas ruas da capital paraense. Os operários da construção civil de Fortaleza (CE) também farão paralisações e, no fim da tarde, diversas categorias se unem às mulheres para o ato antecipado do 8 de Março – Dia Internacional de luta da Mulher; e, no interior, param as atividades os professores de Juazeiro. Em Minas Gerais, também já estão organizando o dia 6. Na Helibras, nas metalúrgicas de São João Del Rey, Itajubá, Itaúna e Divinópolis já têm paralisações marcadas, assim como os gráficos de Alterosa; diversas categorias farão um ato na praça Sete às 14 horas e, em seguida, às 16 horas, se juntam ao ato pelo Dia Internacional da Mulher. Em outros estados também estão sendo preparadas mobilizações para esta data.

Resolução aprovada pela Coordenação impulsiona dia 6 de março e se distancia do movimento de direita

“O aprofundamento da crise política e econômica exige uma resposta classista por parte dos trabalhadores” afirma a resolução aprovada na reunião da Coordenação defendendo a luta dos trabalhadores contra os ataques que vem sendo desferidos pelo governo Dilma Rousseff.

“As últimas semanas foram marcadas pela intensificação da crise econômica e política e por processos de mobilização dos trabalhadores, dentre eles as greves dos servidores do Paraná, dos operários da GM de São José dos Campos, de servidores de várias partes do país e ainda por mobilizações como a dos trabalhadores demitidos do Comperj e a paralisação e bloqueios de estradas realizadas pelos caminhoneiros”, resgata o documento.

Na avaliação dos presentes a reunião a indignação entre os trabalhadores, o povo mais pobre e os setores médios, que vem crescendo rapidamente. As medidas de ajuste fiscal e, sobretudo, os ataques ao seguro desemprego, PIS, pensões, combinado com o aumento da inflação e do custo de vida são elementos importantes para esse descontentamento, que se agravam com o aumento generalizado dos preços dos alimentos e das tarifas, a falta de água e possibilidade de apagão, as demissões e notícias de corrupção, principalmente na Petrobrás, com a Operação Lava Jato. As medidas provisórias 664 e 665 são o exemplo mais acabado, ao retirarem direitos de viúvas, desempregados, familiares de presos e doentes.

A polarização entre o governo e a oposição de direita está cada vez mais em evidência e reafirma a necessidade política de construção de um campo de luta, independente do governo e da direita, “que se apoie nas mobilizações da classe trabalhadora, para levantar um programa e lutar em defesa do emprego e dos direitos ameaçados”, resgata a resolução aprovada pela Coordenação, ao defender o 6 de março como dia de luta em contraposição à convocação do dia 15 de março convocado pelo PSDB e a direita.

Um chamado à unidade para construir um dia de paralisação nacional rumo à Greve Geral!

A reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas também aprovou um chamado amplo de unidade para lutar, dirigido em especial às centrais sindicais majoritárias e demais organizações sindicais e populares do nosso país.

A CSP-Conlutas defende que é hora de começar a preparar uma grande greve geral no país com as diversas centrais sindicais e entidades que representam os trabalhadores, os movimentos populares, os que lutam contra as opressões e a juventude. É preciso juntar a todos! É importante construir essa luta em torno de uma plataforma unificada contra o ajuste fiscal e as reformas dos governos federal, estaduais e municipais. Isso se traduz na luta pela revogação das MPs 664 e 665, pelo arquivamento do PL 4330 das terceirizações, pelo fim das demissões e pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários, em defesa da Petrobrás 100% Estatal e a exigência de punição, confisco dos bens e prisão de todos os corruptos e corruptores, desde o governo FHC, contra os cortes no orçamento das verbas destinadas às áreas sociais e pela suspensão do pagamento da dívida pública aos banqueiros.
- See more at: http://cspconlutas.org.br/2015/03/6-de-marco-coordenacao-nacional-da-csp-conlutas-aprova-dia-de-luta-e-paralisacoes-e-chama-a-organizar-a-greve-geral/#sthash.z9OrXNJ2.dpuf

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Pimentel, cadê as nomeações dos (as) Superintendentes escolhidos pela categoria?


Quarta feira de cinzas, o carnaval chega ao fim e a vida volta ao normal. Não nas Superintendências de Ensino onde aconteceram exonerações dos (as) antigos (as) Superintendentes mas não as nomeações dos (as) novos (as), escolhidos (as) pela categoria.
Amanhã tem Diário Oficial, estamos de olho e aguardando que Pimentel cumpra o que prometeu e publique as nomeações.


sábado, 14 de fevereiro de 2015

Basta de mortes!

O maior patrimônio é a vida dos trabalhadores. 


Nota do Sindipetro-RJ sobre o acidente ocorrido no navio-plataforma FPSO, nesta quarta, 11 de fevereiro, em São Matheus, no Espírito Santo

 O Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro, em nome de todas as entidades que integram a Campanha em Defesa da Petrobras, se solidariza com os familiares dos trabalhadores que morreram e com aqueles que ficaram feridos na explosão ocorrida no navio-plataforma FPSO, nesta quarta, 11 de fevereiro, em São Matheus, no Espírito Santo. O acidente teria sido provocado por um vazamento de gás.
 A maioria dos trabalhadores vítima dos acidentes atua em prestadoras de serviço ou empresas contratadas pela Petrobras que não costumam seguir as normas de segurança da companhia. No caso, a operação do navio-plataforma estava a cargo da BW Offshore.
 Há anos os petroleiros desenvolvem uma luta nacional pela primeirização e, independente das conclusões sobre as causas imediatas do acidente, a serem investigadas pela Capitania dos Portos, a terceirização e a política de redução de pessoal desde já pode ser apontada como a grande vilã.
 A luta dos sindicatos que representam os empregados diretos da Petrobras, pela adoção de medidas de segurança que preservem a vida dos trabalhadores e o patrimônio da empresa, avançou nos últimos anos. Infelizmente os trabalhadores terceirizados, em número cada vez maior, não têm acesso às mesmas garantias. Sobre eles pesa mais forte o assédio moral, a pressão dos prazos e a sobrecarga de trabalho.
 Estranhamente, acidente de tal gravidade acontece no momento em que a Petrobras está sendo bombardeada pela imprensa nacional. A maior empresa do país acaba de receber, pelo terceiro ano consecutivo, o “Oscar” da indústria do petróleo, concedido pela  Off Shore Tecnology Conference 2015 – (Conferência de Tecnologia no Mar). Mas, de forma inexplicável, esse feito memorável não foi notícia nos principais jornais.
 Defendemos mais concursos públicos, a ampliação do caráter público e estatal da Petrobrás, com transparência nas contas e fiscalização permanente da sociedade, em especial, de seus trabalhadores.
 Esse é o único caminho para combater os males da corrupção e, mais do que isso, preservar nosso patrimônio maior – o direito ao trabalho, com dignidade e segurança, e o respeito à Vida.

Campanha em Defesa da Petrobras/ Sindipetro-RJ.

Rio de Janeiro, 11 de fevereiro de 2015


Fonte: FNP

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

VITÓRIA dos servidores públicos do Paraná!




Governo recua em itens do 'pacotaço' que mexem no bolso dos servidores

Governo fez três alterações em dois projetos de lei do pacote de medidas.
Entre as alterações, o governo decidiu manter o quinquênio e anuênio.

Do G1 PR
Centenas de trabalhadores estão concentrados em frente à Alep na manhã desta terça-feira (10)  (Foto: Silvana Mattos / Arquivo pessoal )Centenas de trabalhadores estão concentrados em frente à Alep na manhã desta terça-feira (10) (Foto: Silvana Mattos / Arquivo pessoal )
O governo do Paraná recuou em três itens do chamado "pacotaço", que propõe mudanças nos benefícios do funcionalismo público por meio de dois projetos de lei. As alterações, que foram definidas em uma reunião na noite de segunda-feira (9) com 37 deputados estaduais, mantém benefícios e não altera o plano de carreira dos servidores da educação. No acordo com os parlamentares, o governo decidiu não suspender o quinquênio e anuênio, que assegura reajustes automáticos a todo o funcionalismo.
Conforme o governo, também será mantido o auxílio transporte para servidores do magistério que estejam afastados do trabalho e o direito a licenças, cuja concessão caberá exclusivamente ao secretário estadual da Educação ou diretor-geral da pasta. Outro ajuste garante a manutenção do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) para promoção e progressões.
O pacote de medidas apresentado pelo governo visa equilibrar as finanças do estado e foi apresentado pelo Executivo aos deputados estaduais em regime de urgência no dia 4 de fevereiro. As medidas são a segunda etapa de um ajuste fiscal que teve início em 2014, com o aumento da alíquota de impostos. O objetivo é ampliar receitas e diminuir despesas da máquina pública, afirma o governo estadual.

Além de interferir em alguns benefícios históricos do funcionalismo público, o conjunto de medidas ainda permite que o governo utilize fundos estaduais como os do Legislativo, Judiciário, Ministério Público, Tribunal de Contas e Defensoria Pública para cobrir quaisquer despesas. Outras ações autorizam o parcelamento de tributos devidos. Há ainda o contingenciamento de R$ 11 bilhões do orçamento de 2015, com exceções apenas para as áreas de saúde e educação.
"Temos que reconhecer que o estado atravessa uma crise financeira. Então, são 12 medidas de austeridades que estão sendo adotadas, mas nós manteremos todas as garantias e todos os direitos dos servidores", disse o líder do governo na Alep – deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB).
Greve dos educadores
O pacotaço do governo também interfere na carreira dos educadores do estado. A questão acabou sendo mais um motivo pra que 100% da categoria entrasse em greve na segunda-feira (9). Entre as exigências dos trabalhadores estão o pagamento de benefícios atrasados e a reabertura dos turnos fechados no fim de 2014. Por causa da paralisação, quase um milhão de estudantes estão sem aula.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato), os profissionais da educação da capital e Região Metropolitana vão se reunir com mais cinco mil trabalhadores do interior que serão trazidos em cem ônibus até o início da tarde, segundo o sindicato.
Paralisação dos professores universitários
Os professores de universidades estaduais do Paraná também entraram em greve por tempo indeterminado nesta terça-feira (10) por causa das medidas apresentadas pelo governo.  Os professores universitários ressaltam que no "pacotaço" há medidas que afetam a autonomia universitária.
Assembleia das demais categorias
Além dos profissionais da educação, centenas e trabalhadores se reúnem em frente à Assembleia Legislativa para acompanhar a sessão plenária que deve discutir a possibilidade de mudanças no pacote apresentado pelo governo.
A sessão desta terça foi convocada por Romanelli após a polêmica da greve. Ele apresentou à presidência da Casa o requerimento para transformar o Plenário em comissão geral. Desta forma, o pacote de medidas será analisado diretamente pelos parlamentares, sem  a tramitação pelas comissões específicas.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Pimentel cadê a negociação?

O governo Pimentel formou um grupo de trabalho com a tarefa de se debruçar sobre um estudo das remunerações dos educadores mineiros com objetivo de fazer uma proposta do pagamento do Piso Salarial Nacional. Os membros do grupo que representa o governo  apresentaram na reunião de hoje duas propostas, no entanto  deixaram claro que as mesmas não vinham do executivo e que não estavam autorizados a decidir nada. Disseram ainda que entregariam um relatório ao Pimentel, em abril, e ele então decidiria.
Não consideramos isso uma negociação senhor Governador. Numa mesa de negociação séria, as propostas devem ser democraticamente debatidas pelas partes e não decididas unilateralmente.
Não aceitaremos a continuidade de imposições e desrespeito dos governos anteriores. Após questionamentos da direção do sindicato, ficou acertada uma nova reunião dia 05/03 na qual esperamos uma resposta concreta do governo.
Vejm abaixo relato da direção estadual da reunião de hoje com o governo. 
Reunião sem proposta
Reunião sem proposta
Nesta quinta-feira (12/02), aconteceu a 3ª reunião do grupo de trabalho sobre as remunerações dos educadores mineiros.  Participaram o Secretário-Adjunto da Secretaria de Estado do Planejamento e Gestão (Seplag), Wieland Silberschneider, Secretário-Adjunto da Fazenda, Bruno Leal, Secretário-Adjunto da Educação, Antônio Carlos Pereira, Secretário-Adjunto de Governo, Francisco Moreira, Secretária-Adjunta da Casa Civil, Mariah Brochado, a Diretora da Prodemge, Fátima Lima, Sind-UTE/MG e Adeomg.
A reunião de hoje explicitou um impasse sobre o trabalho do grupo instituído pelo governador Fernando Pimentel. 
 O governo apresentou duas simulações de tabelas:
1) Tabela na atual estrutura do subsídio, iniciando em R$1.917,78 com progressão de 2,5% e promoção de 10%, que gera um impacto de 55,03% na folha de pagamento.
2) Tabela na estrutura de vencimento básico, iniciando em R$1.917,78 com progressão de 3,0% e promoção de 22%, que gera um impacto de 172%.
No entanto, ao final da apresentação, o Governo informou que as tabelas não constituíam uma proposta do Executivo e que não havia delegação da Comissão para fechar uma proposta. O grupo faria um relatório a ser entregue ao governador em abril e que este decidiria o que fazer.
Diante disso, instalou-se um impasse. No entendimento do Sind-UTE/MG, desde a primeira reunião estava estabelecido um processo de negociação. A entidade já havia apresentado as reivindicações relacionadas a salário e carreira e esperava que nesta reunião, o governo apresentasse alguma proposta, o que não aconteceu.
O governo apresentou novamente a discussão de proporcionalidade.  Apresentou também a referência do Piso Salarial para licenciatura plena, e não para nível médio e que, na avaliação do governo, não valeria a pena voltar ao modelo anterior de remuneração.
Com isso, voltou-se ao debate da primeira reunião, onde o Sindicato já havia esclarecido que a reivindicação era do Piso Salarial para a jornada existente e iniciando no primeiro nível da carreira, que é o nível médio. Sobre o modelo de remuneração, lembramos ao governo que o Governador Fernando Pimentel, assinou um documento se comprometendo a pagar o Piso Salarial como vencimento básico e não para manter a atual estrutura de remuneração. Não há inflexibilidade por parte do Sindicato, mas não é possível sistematicamente abrirmos mão e recuarmos sem que a categoria entenda como ficará sua vida, que proposta está sendo construída. 
Para a direção do Sindicato não é possível continuar nesta dinâmica de grupo de trabalho.  É necessário que o governo apresente uma proposta que seja um ponto de partida de negociação. E o grupo de trabalho tem que ser uma mesa de negociação, que este ritmo não atende às necessidades da categoria, que viu o Piso Salarial Nacional ser reajustado em 13%, além de promessas de reajuste em 2014 que não se concretizaram.
Depois dos debates e questionamentos, foi pactuada uma nova reunião no dia 5 de março, quando o governo apresentará uma proposta.
Durante os debates, após o governo ser questionado sobre práticas do PSDB que permanecem, a Secretaria de Governo informou que os atuais Superintendentes Regionais de Ensino terão os atos de exoneração publicados no sábado, dia 14 de fevereiro.

Reunião da Comissão de Trabalho que discute salário e carreira dos educadores