domingo, 21 de julho de 2013

Recesso. Merecido descanso!

A direção da Subsede deseja à toda  categoria um  recesso com tudo o que o trabalho, no sistema capitalista, não nos permite na vida cotidiana: muitas festas, passeios, reuniões familiares, namoros, filmes, teatros, livros, revistas e, principalmente muito descanso.
Haveremos de construir uma sociedade verdadeiramente humanizante na qual o trabalho e essas vivências  não sejam indissociáveis..

sexta-feira, 19 de julho de 2013

As manifestações populares pressionam e Anastasia anuncia reajuste para 2º semestre


As grandes manifestações de junho, a ocupação da Câmara Municipal de BH e o dia 11 de julho assustaram  o governador.  Em reunião ontem com o SindUte e outras entidades Anastasia anuncia reajuste para outubro. O anúncio de ontem é resultado dessas atividades e é uma vitória das ruas. Lembremos que o governo congelou nossos salários e carreira até 2015 e dizia que só daria reajuste para a educação em  2016. Após esse período de grandes manifestações ele se vê obrigado  alterar seus planos.

Vejam abaixo trecho publicado no site da SEE:

 " A secretária Ana Lúcia Gazzola, por sua vez, ressaltou que a política remuneratória para os servidores da Educação será anunciada em outubro. “O governador no decorrer do segundo semestre anunciará o aumento da política remuneratória. A data base da Educação é outubro. Então, certamente haverá aumento em outubro. Nós estamos trabalhando para definir os percentuais máximos possíveis, junto também com essa antecipação. Esse índice terá que ser o melhor possível e também terá que ser sustentável”, completou a secretária.
No dia 13 de agosto haverá reunião do fórum criado este ano entre representantes das secretarias de Educação e Planejamento e Gestão e representantes das entidades. Será a quarta realizada este ano e, na ocasião, terão início as análises das demandas relativas a salário e carreira apresentadas pelas entidades".

O governo anunciou também que vai fazer estudos para o descongelamento da carreira e atualizar as concessões de promoções.

Paralisação dia 13 e 14/08

Na última assembleia estadual, realizada dia quatro de julho, já havia sido deliberado paralisação total das atividades nos dias 13 e 14/08. Agora, após o anúncio do governo é de fundamental importância que TODA A CATEGORIA CRUZE OS BRAÇOS NESSES DIAS. Para que Anastasia cumpra com o anunciado ontem e apresente uma proposta decente ele tem que continuar se sentindo pressionado. Precisamos começar  o segundo semestre mobilizados e decididos a parar nesses dois dias. Sigamos o exemplo das ruas que nos demonstrou que VALE A PENA LUTAR!

Royalties do Minério

Outro anúncio do governador foi sobre a destinação dos novos  royalties do minério para a educação. Sobre esse assunto postaremos aqui no blog, em breve, uma análise detalhada.




quarta-feira, 17 de julho de 2013

Sind-UTE/MG se reúne com governador para cobrar pagamento do Piso Salarial e descongelamento da carreira

O governador convida o Sind-Ute e demais entidades que representam os servidores, entre elas várias que mantém um relacionamento muito próximo e gentil com o governo. Essa é uma tática de esvaziamento da negociação e da pressão que o SindUte poderia fazer uma vez que essas entidades poderão servir como um contraponto a favor do governo nas discussões. 
É estranho também a pauta colocado pelo governo, "reunião com o objetivo de analisar questões prioritárias em Minas Gerais", o que exatamente Anastasia quer dizer com isso? Um pauta dessas seria correta em reunião com seus secretários,  e não com sindicalistas. Para nós, da educação o que queremos discutir nessa reunião é o pagamento do piso salarial, a nossa carreira, boas condições de trabalho e o Ipseng.
Diante da situação colocada alertamos a categoria que só com muita pressão esse governo avança no atendimento às nossas reivindicações. A Jornada de Junho e o 11J nos deu demonstração de que, nas ruas, avançamos no que queremos.

O Sind-UTE/MG participa, no próximo dia 18, de 10h às 12h, da reunião com o governador do Estado, Antonio Anastasia e a secretária de Estado da Educação, Ana Lúcia Gazzola, que acontecerá no Palácio Tiradentes, 4º andar, sala Tomás Gonzaga. Na oportunidade irá cobrará o cumprimento do acordo firmado em setembro de 2011 – pagamento do Piso Salarial como vencimento básico e o imediato descongelamento da carreira da categoria.


terça-feira, 16 de julho de 2013

Greve Geral é convocada para esta terça-feira (16) na Grécia

Lá, como cá, os trabalhadores vão á luta contra os ataques da burguesia nacional e internacional representada pelos governantes.

As principais Centrais Sindicais da Grécia convocaram para esta terça-feira (16) uma Greve Geral no país.

De acordo com a imprensa internacional, estima-se a greve terá adesão dos setores de  transporte público, ferrovias e os voos internos e externos. Já os médicos farão paralisação por 48 horas, atendendo apenas aos casos de urgência.

Os trabalhadores protestam contra a decisão do governo de cortar vagas e passar cerca de 25 mil pessoas para a chamada reserva laboral, na qual os trabalhadores recebem 75% do salário durante oito meses. Se depois desse período eles não forem recolocados, são despedidos.

A medida faz parte dos planos de arrocho impostos Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional (FMI) para reduzir os impactos causados pela crise internacional. Está prevista a redução  de  4 mil posto de empregos públicos até ao final do ano.

Nesta segunda- Os policiais militares também aderiram ao chamado e farão greve geral. A categoria está insatisfeita com o corte de vagas, e já iniciaram seus protestos nesta segunda-feira (15), na capital do país, Atenas. Outros protestos também estão previstos para ocorrer na Praça Syntagma, em frente ao Parlamento.


Com informações da Agência Brasil

domingo, 14 de julho de 2013

Após forte dia de greves e manifestações, Centrais Sindicais convocam Dia Nacional de Paralisação para 30 de agosto



Após a "jornada de junho" e o dia 11J, a luta da classe trabalhadora continua até que o governo Dilma escute, de verdade, a voz das ruas e mude sua política econômica. Não queremos nada de mais, apenas que o dinheiro público seja utilizado em políticas públicas para a maioria e não em privilégios para uma minoria. Chega de dinheiro para os grandes empresários, banqueiros e políticos corruptos!

As oito Centrais Sindicais, reunidas nesta sexta-feira (12) , fizeram um balanço positivo das ações que realizaram no dia ontem (11 de julho), “Dia Nacional de Greves, Paralisações e manifestações”. Diante disso, convocaram um novo “Dia Nacional de Paralisação” marcado para o dia 30 de agosto. O objetivo é pressionar a presidente Dilma para que atenda as reivindicações dos trabalhadores.

Para José Maria de Almeida, que juntamente com Atnágoras Lopes, esteve representando a CSP-Conlutas, “a definição desse chamado é muito importante porque, conforme ficou demostrado na força das mobilizações ocorridas (em praticamente todos os Estados país) no último dia 11, a classe trabalhadora está disposta e vai manter a pressão sobre o governo”.

De acordo com o dirigente, “ou a Dilma atende a pauta dos trabalhadores, até esta data, ou a paralisação nacional pode ser um caminho para uma greve geral no Brasil”.

Muito além do que as mais de 50 estradas bloqueadas nas diversas regiões do Brasil, durante os protestos do dia 11, o balanço de todas as Centrais deu ênfase aos milhões de trabalhadores e trabalhadoras que cruzaram os braços, fizeram greves e promoveram a paralisação da produção de diversos setores da indústria, do comércio e de serviços, a exemplo dos metalúrgicos das montadoras de São José dos Campos, Minas Gerais, São Paulo, capital e ABC, Santos e Rio Grande do Sul; operários da Construção Civil de Fortaleza, Belém e São Paulo, capital, além de comerciários e setores do transporte em algumas capitais, servidores do Paraná, entre outros. Para os diversos representantes das Centrais Sindicais a classe entrou com força na defesa de suas reivindicações e isso foi um elemento chave. As organizações presentes também destacaram as ações dos movimentos sociais, em especial do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra).

A CSP-Conlutas chegou a propor que se definisse já pelo chamado a Greve Geral para o dia 30 de agosto. Essa forma, porém, não foi aceita pelas demais centrais. Ao final, todos concordaram com o chamado ao Dia Nacional de Paralisação, marcado para 30 de agosto. Até lá, as centrais vão exigir uma reunião com a presidente Dilma para, mais uma vez, exigir o atendimento da pauta unitária: redução do preço e melhor a qualidade dos transportes coletivos; mais investimentos na saúde e educação pública; fim do fator previdenciário e aumento das aposentadorias; redução da jornada de trabalho; fim dos leilões das reservas de petróleo; contra o PL 4330, da terceirização; Reforma Agrária.

Zé Maria reiterou ainda que é importante as Centrais Sindicais seguirem em unidade para arrancar essas conquistas para os trabalhadores brasileiros. Contudo, o dirigente fez uma ponderação: “Para conquistarmos nossas reivindicações temos enfrentar os governos, a começar pela presidente Dilma que, não só não atende a nossa pauta, mas segue aplicando uma política a serviço dos interesses do capital. Basta ver a manutenção do superávit primário, o envio de centenas de bilhões de nosso dinheiro público todos os anos pra pagar juros da dívida pública, a desoneração da folha aos empresários, aumento da taxa de juros, as privatizações, etc.”, salientou.

O dirigente da Central disse ainda que nessa batalha os sindicatos têm de ter um lado, ou seja,  da classe trabalhadora, contra os patrões e o governo. “Devemos seguir com as mobilizações, realizar os protestos estaduais, preparar o dia nacional de paralisação e irmos criando as condições para realizarmos uma Greve Geral nesse país”, finalizou Zé Maria.

As centrais sindicais definiram ainda que vão pedir uma reunião com presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho) pra discutir sobre os ataques ao movimento sindical com o  chamado “interdito proibitório”, com condenações e multas ao movimento.  No dia 11 de julho, dezenas de liminares, com aplicação de multas de centenas de milhares de reais, foram concedidas, a pedido de instituições do governo, contra várias centrais sindicais. Os representantes das Centrais estavam indignados com isso. Também ficou definido o dia 6 de agosto como um dia de realização de protesto nos Estados e distrito federal contra o PL 4330.

Estiveram presentes na CSP-Conlutas, CUT, FS, UGT, CGTB, NCST, CGTB, CTB e CSB.
Fonte:Site CSPConlutas