quarta-feira, 1 de maio de 2013

Trabalhadores de Bangladesh saem às ruas

 O desabamento desse prédio, (vejam link abaixo) é mais uma das "tragedias anunciadas" que atingem os trabalhadorees e a população pobre em todo o  mundo.
O capitalismo não tem pátria e as empresas mudam de país de acordo com a conveniência de seus lucros. Nos últimos anos muitas das marcas de roupa mais famosas e caras do  mundo rico transferiram suas produções para países pobres onde sobram mão de obra barata e governantes e legisladores corruptos que fazem vista grossa à superexploração dos trabalhadores.
É sabido que na Índia essas marcas possuem centenas de enormes galpões e edifícios de construções precárias onde os trabalhadores, a maioria mulheres, vivem em situação de semi escravidão submetendo-se às situações mais degradantes em troca de um salário miserável e sem nenhum direito trabalhista.
Prestamos nossa solidariedade aos trabalhadores Indianos. Muitos 1ºs de maio já se passaram desde o longinquo 1886, mas as lutas dos trabalhadores em todo o  mundo nunca foram tão atuais e necessárias.
  


 No Dia do Trabalho, dezenas de milhares de manifestantes em Bangladesh saíram às ruas para pedir o enforcamento dos proprietários das oficinas de confecção, que ficavam no edifício que desabou na semana passada. O desmoronamento do prédio de oito andares matou pelo menos 400 pessoas.

 Clique no link abaixo e veja o video da manifestação:

Trabalhadores Bangladesh saem às ruas


Subsede participa de audiência pública em BH sobre educação física e ensino religioso








A Subsede de Juiz de Fora compareceu ontem, dia 30/04, com uma delegação de oito trabalhadores em educação, a audiência pública realizada em BH sobre  a retirada de aulas, com  professores habilitados,  de educação física e ensino religioso dos anos inciais do ensino fundamental.
A audiência foi solicitada pelas comissões de educação e esporte da ALEMG e contou com a presença da Secretaria Adjunta da SEE .
A sala estava lotada com educadores de muitas regiões do estado, além de  alunos de cursos de educação física, ciência da religião e pedagogia.
Os ânimos estavam acirrados com professores indgnados portando faixas, nariz de palhaço e apitos e por várias vezes o presidente da sessão precisou solicitar calma e silêncio durante a fala da representante da SEE. 
A secretária adjunta desfilou os mesmos argumentos já apresentados de que se baseia em legislações federais e de que as regentes são formadas para ministrarem todas as áreas de conhecimento. Essas argumentações foram  flagrantemernte desmentidas pela direção do SindUte, que apresentou as leis estaduais que determinam o ensino dessas disciplinas por professores habilitados, e pelas intervenções dos presentes, inclusive por uma execelente intervenção de uma estudante de pedagogia da PUC que declarou que seu curso, e nenhum outro que pesquisou, possui essas formações no currículo.
Diante da indignação dos educadores, da falta de consistência nas argumentações da secretária adjunta de educação e da firmeza dos argumentos apresentados por professores e alunos presentes, as comissões proponentes da audiência acataram os seguintes requerimentos apresentados:
1- Encaminhar ao governador e a secretária de educação a gravação, na íntegra, da audiência pública para que tenham conhecimento do exato teor das discussões realizadas
2- Solicitação pelos deputados representantes das comissões, juntamente com o SindUte, de uma audiência com a secretária na qual serão levados e discutidos os encamihamentos da audiência pública
3- A solicitação a SEE da revogação do artigo 4º da resolução 2.253/2013, que determina a retirada dos professores habilitados dos anos inciciais.
Esses requerimentos deverão ser aprovados na próxima 3ª feira, em reunião extraordinária das comsissões,
e em seguida encaminhados.
 A direção da Subsede acompanhará os desdobramentos da audiência pública, continuará a fazer a denúncia para o nossa comunidade e convocará, se necessário, os professores dessas áreas para nova assembleia. Fiquem atentos e  acompanhem pelo blog.