segunda-feira, 9 de julho de 2012

 Dos governos tucanos aos governos petistas, a atitude é a mesma quando os educadores lutam: ausência de negociação e punições com corte de salários. 

Toda solidariedade dos educadores da educação básica aos educadores  federais em greve. Força na luta!

 Governo Dilma não negocia e orienta represália aos servidores em greve



Nesta sexta-feira (6) o governo baixou uma instrução para todos os dirigentes de órgãos públicos orientando o corte de ponto dos grevistas. A nota, assinada pelo secretario de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça,  responsável pela interlocução do governo com as entidades dos servidores federais, orienta que “em caso de falta dos servidores do Poder Executivo Federal para participação em paralisações e/ou greves, orientamos pela adoção das providências na Folha de Pagamento para efetuar o corte de ponto referente aos dias parados na rubrica específica do SIAPE de FALTA POR GREVE” e ainda ratifica, a decisão do Supremo Tribunal Federal, em relação aos movimentos paredistas no serviço público federal, e que, na ausência de lei específica para o setor público, deve-se aplicar a legislação concernente a iniciativa privada”.

Depois de quatro meses e oito reuniões sem nenhuma resposta à pauta de reivindicações, só restou aos servidores federais construir a greve, que neste momento atinge quase todos os órgãos públicos. Porém, a despeito do processo amplo e democrático, discutido pela base nas assembleias realizadas por todo o país, o governo seguiu a mesma linha do ano passado, não apresentando nenhuma contraproposta, ao mesmo tempo em que não chamou as entidades, desde o início da greve, para negociar.
         
Tudo o que este governo fala é que seu prazo para apresentação de alguma proposta para o funcionalismo é 31 de julho. Depois de negociarem todo o orçamento com os credores da dívida pública e destinar bilhões para apoio e incentivos às grandes empresas e ao agronegócio, o governo vai deixar apenas algumas migalhas para os servidores, elegendo quais as poucas categorias a serem contempladas com os míseros recursos que sobrarem do verdadeiro banquete orçamentário, que será servido aos setores da burguesia nacional e internacional.

Quando promete cortar o ponto dos grevistas e retirar dos servidores o salário que sustenta suas famílias, o governo Dilma golpeia o que há de mais sagrado para as vidas humanas: o direito à sobrevivência. Neste sentido, é uma vergonha a medida baixada por esse governo para reprimir o movimento legítimo dos servidores federais e significa uma atitude de criminalização e ataque ao livre exercício de greve. A resposta não pode ser outra: aumentar ainda mais o nível de mobilização e construir um verdadeiro tsunami de greves em todo o setor público federal.

A CSP-Conlutas condena veemente a atitude do governo petista e orienta todas as suas entidades e movimento a fortalecer a greve dos servidores federais, com amplo apoio e solidariedade, ao mesmo tempo em que ratifica a orientação do envio de caravanas à Brasília para estender a todos os setores a GRANDE MARCHA, que será realizada no dia 18 de julho.

–                    Não à repressão e em defesa do livre exercício do direito de greve;
–                    Exigimos negociação e atendimento das reivindicações dos servidores federais.
Fonte: Site CSPConlutas

domingo, 8 de julho de 2012

 Enquanto por aqui só se fala em eleições (milionárias) os mineiros da Espanha e do Perú lutam pela vida, e com suas vidas, em defesa da soberania de seus paises e seus povos.

A direção da Subsede do Sind-Ute em Juiz de fora é solidária a essas lutas!

Solidariedade aos mineiros da Espanha. Marcha Negra chega a Madrid na quarta-(11)


Abaixo, segue uma proposta de moção para que enviemos nossa solidariedade aos mineiros espanhóis em greve contra o fechamento das minas e as demissões.

O Governo Espanhol continua liberando bilhões para os bancos e cortando subsídios públicos. No caso do Carvão o corte que atingiu cerca de 60% do valor atual pode levar ao fechamento das minas e demissão de mais de 5.000 mineiros. Por isso, desde meados de junho os mineiros iniciaram uma heroica greve. Ocupações de minas, grandes manifestações, muita repressão, prisões, processos, etc.

Neste momento estão com uma Marcha Nacional que chegará a Madrid no próximo dia 11. Toda a solidariedade e apoio são fundamentais.

No dia 11, data da Chegada da Marcha a Madrid, às 14 horas, estaremos em São Paulo, em frente ao Consulado Espanhol para uma manifestação de apoio à greve. Todos são bem vindos.

Chamamos a todos que assinem o abaixo assinado abaixo, por meio eletrônico  e os que puderem que enviem diretamente para os emails: apoyoalaluchaminera@gmail.com cc para dirceutravesso1@gmail.com

As organizações que puderem podem enviar direto ou enviarem sua adesão que estaremos encaminhando na terça-feira, dia 10 até às 14 horas.

Solidariedade aos Mineiros

Nós, abaixo assinado, manifestamos nossa total solidariedade com a justa luta dos mineiros. É com indignação que assistimos a continuidade das ajudas bilionárias aos banqueiros, como o caso recente de Bankia enquanto os investimentos para a mineração do carvão são cortados, deixando sem saída os trabalhadores e condenando à
miséria as regiões mineiras.

Exigimos do Governo Espanhol a revogação da suspensão dos investimentos para o carvão e um plano de industrialização das regiões mineiras com garantia de trabalho e futuro para os mineiros e suas famílias.

Ante a brutalidade policial responsabilizamos o Governo por qualquer tragédia que possa ocorrer, exigimos o fim da repressão da Guarda Civil, a libertação imediata de todos os mineiros detidos e o fim de todos os processos judiciais contra eles.

Emails para envio: apoyoalaluchaminera@gmail.com cc para dirceutravesso1@gmail.com


ADRID CON LOS MINEROS

Las cuencas mineras están en pie de guerra ante la decisión Del Gobierno de incumplir lo firmado y recortar las ayudas a La explotación una media del 63% en este mismo año, lo que obligará a adelantar el cierre de pozos ante la imposibilidad de hacer viable La actividad. Con esta decisión los pueblos de las comarcas mineras se
ven abocados a la miseria.

Durante casi 30 años distintos gobiernos (tanto del PSOE como del PP) han venido llamando “reconversión industrial” a lo que era destrucción pura y dura de la actividad industrial y del empleo. El declive de lós pueblos mineros ha sido constante y el paro continúa haciendo estragos. Ahora, la decisión del gobierno de Rajoy da la puntilla a
más de 30.000 familias.

No hay dinero para educación, para sanidad pública, para vivienda o para crear empleo. No hay dinero para las cuencas mineras, pero hay ¡todo el dinero que sea necesario! cuando se trata de salir al rescate multimillonario de los banqueros. No se pueden destinar este año 200 millones de euros más de subvención a la producción al carbón, pero no hay problema alguno en haber entregado ya 23.500 millones de euros a Bankia o 290 millones a las grandes constructoras y especuladores de las autopistas privadas.
¡Es una vergüenza! Mantener la ayuda a la producción al carbón, y con ello el empleo, representa el 0,0008% del dinero total comprometido en el rescate a Bankia. Con lo que se paga de intereses en tan solo tres días por su inmoral e ilegítima deuda pública a los banqueros alemanes, franceses y españoles sobra para la subvención de todo un año a la producción al carbón. Por eso las vergonzosas cuentas del gobierno no tienen por donde agarrarse.

A los mineros todo, a los bancos ni un euro. Los mineros, que en muchos casos llevan meses sin cobrar o cobrando salarios de miseria en las subcontratas por dejarse la vida y la salud en los pozos, ven amenazado su empleo y su futuro. Cuando se dilapidan fortunas rescatando banqueros o subvencionando a las multinacionales de la energía no podemos aceptar de ninguna manera que nos digan que no hay dinero, que hay que suspender la ayuda al carbón y no invertir ni un euro en la reactivación industrial de las cuencas.
¡Que se libere inmediatamente la ayuda al carbón y que se nacionalice la minería, bajo control de las organizaciones de los trabajadores y populares!, porque solo así se garantizará la producción y el empleo y solo así se evitará que buena parte de la subvención al carbón se La lleven empresarios privados, que luego subcontratan y explotan miserablemente a los mineros.

Hay que exigir que se ponga en pie un plan de industrialización y de obras públicas y sociales que de trabajo a las cuencas mineras. Y hay que decir muy alto que ¡sí hay dinero! para todo esto si se deja de dar un solo euro más a los banqueros y se suspende el pago de La inmoral e ilegítima deuda pública, poniendo todos esos recursos al
servicio de un plan de rescate de los trabajadores y el pueblo.

11 de Julio: tod@s con los mineros, apoyemos la marcha negra

El pasado 22 de Junio, desde distintas cuencas, los mineros comenzaron una marcha a pie hasta Madrid, para exigir al gobierno una solución al conflicto.

El 11 de julio llegarán a Madrid y deben encontrar el recibimiento que merecen. Hay que hacerles sentir que no están solos, que toda la clase obrera apoya su justa lucha, porque los hombres y mujeres de La minería son el orgullo de toda la clase obrera. Porque si ellos ganan, ganamos todos/as. Las crecientes protestas obreras y populares exigen de todas las organizaciones sindicales la imperiosa necesidad de unificar todas las luchas en curso, convocando una nueva huelga general, porque ese es el único camino para apoyar a los mineros y responder todos los trabajadores/as juntos/as a estos planes de guerra social del Gobierno de Rajoy y la Troika.

Queremos, por último, denunciar la vergonzosa actuación de las fuerzas represivas del Estado (policía y guardia civil), empeñados en acallar a golpes, pelotas de goma y entradas salvajes en los pueblos esta justa lucha. Exigimos la inmediata libertad sin cargos de todos lós detenidos y reafirmamos que cualquier desgracia que pueda ocurrir será responsabilidad única de este gobierno de los banqueros.

¡Por una salida obrera y popular a la crisis!
11 de Julio: por la mañana, recibimiento
19,30 horas – Manifestación, Atocha-J. Benavente-Sol

PLATAFORMA UNITARIA HAY QUE PARARLES LOS PIES

Ato em solidariedade aos cinco mineiros mortos em manifestações em Cajamarca, Peru, hoje às 14h em SP



(foto: http://www.caballeroredverde.blogspot.com)
Hoje, 6 de julho à tarde, às 14 horas, por iniciativa da Articulação Internacional dos Atingidos pela Vale, CSP-Conlutas, Justiça Global e Justiça nos Trilhos iremos até o consulado do Peru em São Paulo entregar uma nota para exigir o fim da repressão contra os trabalhadores e comunidades de Cajamarca, Hualgayoc e Celendin que estão em luta contra a implantação do Megaprojeto de mineração CONGA naquela região.

No documento estão estudos que mostram as consequências nefastas do projeto de mineração para o meio ambiente e suas vidas a população da região começou uma jornada de luta no inicio de junho que tem se mantido com manifestações, marchas e outras iniciativas de mobilização.

A resposta do governo peruano: cinco mortos pela repressão até o momento além de presos e centenas de feridos e a decretação do estado de emergência na região.

Chamamos a todos a divulgarem o que está ocorrendo na região e aderir ao texto abaixo.

Consulado do Peru SP: Alameda Campinas, 646 – Jardim Paulista

Segue a nota que será entregue:

Nota das Organizações e Movimentos Sociais brasileiros sobre a violência e criminalização das comunidades de Cajamarca, Peru

Exmo Sr. Presidente Humala,

Há mais de 6 meses, comunidades, organizações e movimentos sociais da região de Cajamarca, Peru, têm realizado protestos pacíficos em defesa do direito à água, que encontra-se ameaçado com a instalação do projeto de mineração Conga. Este projeto de extração de ouro tem alto impacto social e ambiental e vem sendo imposto autoritariamente e a qualquer custo pelas autoridades governamentais peruanas e empresas transnacionais (principalmente a companhia americana Newmont Mining Co).

No dia 3 de julho de 2012, a ação violenta das forças repressivas do Estado matou três homens (C.M.A, de 17 anos; Eleuterio García Rojas, de 40 anos e José Silva Sánchez, de 35 anos). No dia 5 de julho, mais duas mortes foram confirmadas (Joselito Vásquez Jambo, de 28 anos e José Antonio Sánchez Huamán, de 29 anos).

No dia de 4 de julho, o líder ambientalista Marco Arana estava sentado em um banco da Praça de Armas quando foi agredido e arbitrariamente detido pela Polícia Nacional do Peru.

O governo peruano decretou estado de emergência nas províncias de Cajamarca, Hualgayoc e Celendín. A medida restringe o direito de reunião, a inviolabilidade da residência e a livre circulação de pessoas. No entanto, a população continua manifestando-se nas ruas.

As organizações abaixo assinadas vêm apresentar sua solidariedade ao povo peruano e seu repúdio às ações violentas do Estado do Peru. Ao invés de criminalizar e de assassinar defensores da vida e da natureza, o Estado peruano deve protegê-los e defender seus direitos.

Nos dirigimos ao presidente Ollanta Humala e aos representantes do Estado Peruano, para requerer:

- A imediata liberação de todas as pessoas detidas nessas condições;

- Que sejam investigadas as responsabilidades pelas mortes, lesões corporais e outros possíveis crimes, além das detenções aparentemente arbitrárias;

- Que se cesse imediatamente o Estado de Emergência nas três províncias de Cajamarca, Celendín e Hualgayoc, e a perseguição policial e judicial àqueles que protestam contra o projeto da Mina Conga;

- Que se instaure imediatamente um mecanismo de diálogo oficial com a população das regiões em conflito;

- Que se tomem medidas efetivas e urgentes para que esses fatos não mais se repitam e para que todos aqueles que tiveram seus direitos violados sejam contemplados com as devidas reparações.

5 de julho de 2012.

Assinam esta nota:
Articulação Internacional dos Atingidos pela Vale
Justiça Global
Justiça nos Trilhos
CSP- Conlutas
Petroquímicos do Paraná (SINDIQUÍMICA-PR)

Com informações: http://global.org.br/programas/assine-a-nota-das-organizacoes-e-movimentos-sociais-brasileiros-sobre-a-violencia-e-criminalizacao-

quinta-feira, 5 de julho de 2012

SIND-UTE PRESSIONA E GOVERNO LIBERA FÉRIAS PRÊMIO

Após várias negociações, nas quais a direção estadual do Sind-Ute cobrou do governo o cumprimento do direito à férias prêmio, foi publicado no dia 02/07 a resolução conjunta SEPLAG/SEE Nº 8656 estabelecendo critérios para afastamento e gozo desse direito.
As férias prêmio estavam suspensas desde o início do ano em mais um ato arbitrário e inexplicável do governador Anastasia. Agora a categoria poderá voltar a usufruir desse importante direito, sobretudo aqueles e aquelas que estão próximos da aposentadoria e temiam perdê-lo em função da suspensão.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

VEJAM ABAIXO UMA PÉROLA DO MINISTRO DA EDUCAÇÃO. É UM ABSURDO DO GOVERNO DIZER QUE NÃO TEM DINHEIRO PARA AUMENTAR O INVESTIMENTO EM EDUCAÇÃO. DILMA DESTINA 49% DO ORÇAMENTO ANUAL PARA PAGAMENTO DE JUROS E ISSO DEIXA BEM CLARO QUAL É A OPÇÃO DE SEU GOVERNO.
SE MERCADANTE NÃO SABE DE ONDE TIRAR DINHEIRO PARA A EDUCAÇÃO, NÓS EDUCADORES TEMOS UMA SUGESTÃO: RETIRE DA PARTE DO ORÇAMENTO QUE O GOVERNO REPASSA PROS BANQUEIROS.

 
Mercadante diz que PNE precisa indicar novas fontes de financiamento

Quarta-feira, 04 de Julho de 2012
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, defendeu que o Plano Nacional de Educação (PNE) precisa identificar quais serão as novas fontes de recursos que irão custear o aumento dos investimentos na área. O projeto aprovado pela Câmara determina que o país deverá ampliar os investimento em educação até chegar a 10% do Produto Interno Brito (PIB) no prazo de dez anos.
Fonte: Site cnte