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quinta-feira, 31 de maio de 2012
MAIS UMA GREVE PELO PISO SALARIAL NACIONAL. E A CNTE MARCA MARCHA NACIONAL PARA SETEMBRO?
Betim não cumpre o Piso e educadores/as entram em greve
Trabalhadores/as em educação infantil de Betim deflagraram uma greve nessa quarta-feira (30/5). Eles querem ser contemplados pelo plano de carreira da Prefeitura da cidade e reivindicam o pagamento do Piso Salarial Profisssional Nacional (PSPN), conforme determina a lei 11.738/08. A paralisação está com 50% de adesão em toda a cidade.
A decisão de iniciar a paralisação foi tomada em assembleia da categoria, realizada na última quarta-feira (23/5). De acordo com os trabalhadores/as, no dia 3 de janeiro, foi entregue por eles à Prefeitura uma pauta com todas as reivindicações da categoria. Entretanto, até o momento, nenhuma das demandas foi atendida.
Os/as profissionais da educação denunciam falta de estrutura adequada nos Centros Infantis Municipais (CIM), onde trabalham. “Temos informações de lugares que não têm sequer sala de professor. Os profissionais são obrigados a lanchar em banheiros desativados. Em alguns deles, houve até infestação de ratos e a administração municipal não tomou nenhuma providência”, afirma a integrante da direção da subsede do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) em Betim, Denise Romano.
A categoria informa, ainda, que o Executivo Municipal está intimidando os/as educadores/as com ameaças de exoneração e de abertura de processo administrativo disciplinar. “É importante que a sociedade saiba que a atual prefeita, Maria do Carmo Lara, votou favorável à lei do Piso em 2008, quando ela era deputada federal. Mas, agora, que ela representa o Poder Executivo, ela descumpre a norma”, reiterou Denise Romano.
Fonte: site Sindutemg
Betim não cumpre o Piso e educadores/as entram em greve
Trabalhadores/as em educação infantil de Betim deflagraram uma greve nessa quarta-feira (30/5). Eles querem ser contemplados pelo plano de carreira da Prefeitura da cidade e reivindicam o pagamento do Piso Salarial Profisssional Nacional (PSPN), conforme determina a lei 11.738/08. A paralisação está com 50% de adesão em toda a cidade.
A decisão de iniciar a paralisação foi tomada em assembleia da categoria, realizada na última quarta-feira (23/5). De acordo com os trabalhadores/as, no dia 3 de janeiro, foi entregue por eles à Prefeitura uma pauta com todas as reivindicações da categoria. Entretanto, até o momento, nenhuma das demandas foi atendida.
Os/as profissionais da educação denunciam falta de estrutura adequada nos Centros Infantis Municipais (CIM), onde trabalham. “Temos informações de lugares que não têm sequer sala de professor. Os profissionais são obrigados a lanchar em banheiros desativados. Em alguns deles, houve até infestação de ratos e a administração municipal não tomou nenhuma providência”, afirma a integrante da direção da subsede do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) em Betim, Denise Romano.
A categoria informa, ainda, que o Executivo Municipal está intimidando os/as educadores/as com ameaças de exoneração e de abertura de processo administrativo disciplinar. “É importante que a sociedade saiba que a atual prefeita, Maria do Carmo Lara, votou favorável à lei do Piso em 2008, quando ela era deputada federal. Mas, agora, que ela representa o Poder Executivo, ela descumpre a norma”, reiterou Denise Romano.
Fonte: site Sindutemg
quarta-feira, 30 de maio de 2012
CSP-Conlutas sindicatos e PGT se reúnem para resolver impasse na greve dos metroferroviários
30/05/2012Greve dos trabalhadores da CBTU já dura três semanas
Nesta terça-feira (29), foi realizada, a pedido da CSP-Conlutas, uma reunião na PGT (Procuradoria Geral do Trabalho) para tratar do impasse em que se encontram as negociações envolvendo a CBTU (Companhia Brasileira de Transportes Urbanos ) e os sindicatos que representam seus empregados, que se estão em greve há quase três semanas.
Já foram realizadas nove rodadas de negociação e, até o momento, a empresa mantém a proposta de reajuste zero para a categoria. Mesmo depois de reunião realizada na Secretaria Geral da Presidência da República, também a pedido da CSP-Conlutas, onde formalmente o governo autorizou a empresa a negociar, não houve mudança de postura da CBTU.
Depois de mais de quatro horas de reunião, o diretor Juridico da empresa se comprometeu a levar à direção da CBTU uma proposta para reabertura das negociações.
Fonte: Site CSPConlutas
Greve nas universidades federais já é uma das maiores dos últimos anos

Greve iniciada no dia 17 de maio ganha apoio dos estudantes; marcha nacional pela Educação ocorre dia 5 de junho em Brasília
• No dia 17 de maio, os professores das universidades federais iniciaram uma forte greve que atinge hoje cerca de 50 instituições em todo o país, sendo já um dos maiores movimentos grevistas dos últimos anos no setor. Desde o início, a greve nas federais surpreendeu pela ampla adesão, começando com mais de 30 instituições logo no primeiro dia.
Além do apoio dos estudantes, a greve vem atingindo instituições federais e setores normalmente refratários a movimentos paredistas. Não é difícil entender a indignação que atinge a comunidade universitária. Os docentes sofrem com um plano de carreira defasado e o descaso do governo, enquanto as universidades federais estão literalmente caindo aos pedaços, com uma infraestrutura sucateada e falta de professores.
O quadro é tão dramático que, segundo o Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), o início do ano letivo de 2012 foi suspenso ou atrasado em diversos cursos devido à falta de condições em várias universidades. “Existem instituições sem professores, sem laboratórios, sem salas de aula, sem refeitórios ou restaurantes universitários, até sem bebedouros e papel higiênico” , Além da ampla adesão dos docentes, a greve nas universidades federais também conta com apoio massivo dos estudantes. Nesse dia 29 de maio uma assembleia histórica na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), a maior do país, reuniu cerca de 2 mil alunos, que aprovaram greve estudantil por melhorias nas condições de ensino. Estudantes de 20 universidades federais já teriam decretado também greve estudantil.
Descaso do governo
O governo Dilma e o Ministério da Educação, além de serem responsáveis pela situação de precariedade das universidades federais, vêm tratando a greve e as reivindicações dos docentes e estudantes com total descaso. No último dia 25 o representante do Ministério do Planejamento indicado para negociar com os professores simplesmente desmarcou a reunião agendada para aquele dia, sem qualquer justificativa. Seria a primeira reunião com o governo desde o início da greve. Já o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, se limita a atacar a greve e a exortar os professores a voltarem ao trabalho na imprensa, mas se nega a abrir diálogo com os docentes.
Parte da indignação dos docentes vem do fato de o governo ter assinado, em 2011, um acordo em que se prontifica a fechar um novo plano de Carreira até o dia 31 de março de 2012. Porém, passada essa data, não havia nada de concreto. A desvalorização da carreira docente nas universidades públicas afeta a qualidade de ensino e, junto com a precarização causada pelos sucessivos cortes no Orçamento, aprofunda a crise da Educação. A isso se somam as unidades sem a menor infraestrutura abertas após a aprovação do Reuni (Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais) em 2007 e que impôs o aumento do número de vagas nas federais sem o consequente aumento nas verbas destinadas às universidades. Resultado: salas superlotadas, estudantes sem salas ou professores e falta de materiais básicos.

"A greve é uma reação ao desmonte da universidade pública imposta por sucessivos governos que, desde FHC, vem aplicando os planos dos organismos internacionais como ONU, Banco Mundial e a OMC, com o objetivo de atender às demandas do capital em crise", afirma Cláudia Durans, docente da UFMA (Universidade Federal do Maranhão), explicando que tal plano prevê a "flexibilização e dissociação entre ensino, pesquisa e extensão, diversificação nas modalidades de ensino (cursos sequenciais, licenciaturas e bacharelados interdisciplinares), ensino à distância, avanço da privatização favorecendo os grandes grupos econômicos, como o Prouni, e a própria degradação das condições de trabalho e de desenvolvimento das atividades acadêmicas, de qualificação".
Unificar as lutas
"É importante avançar na unificação da greve com os técnicos administrativos das universidades federais, que tem indicativo de greve para o dia 11 de junho, assim como reafirmar a unidade com os estudantes", afirma Durans. Entidades como o Andes-SN, Fasubra (Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras) e ANEL (Assembleia Nacional dos Estudantes-Livre) convocam uma marcha nacional pela Educação para o próximo dia 5 de junho em Brasília, exigindo o atendimento das reivindicações dos trabalhadores em educação e a melhoria no ensino, incluindo a exigência de 10% do PIB para a Educação.
Fonte: site PSTU
Greve iniciada no dia 17 de maio ganha apoio dos estudantes; marcha nacional pela Educação ocorre dia 5 de junho em Brasília
| Estudantes da UFRJ aprovam greve estudantil |
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• No dia 17 de maio, os professores das universidades federais iniciaram uma forte greve que atinge hoje cerca de 50 instituições em todo o país, sendo já um dos maiores movimentos grevistas dos últimos anos no setor. Desde o início, a greve nas federais surpreendeu pela ampla adesão, começando com mais de 30 instituições logo no primeiro dia.
Além do apoio dos estudantes, a greve vem atingindo instituições federais e setores normalmente refratários a movimentos paredistas. Não é difícil entender a indignação que atinge a comunidade universitária. Os docentes sofrem com um plano de carreira defasado e o descaso do governo, enquanto as universidades federais estão literalmente caindo aos pedaços, com uma infraestrutura sucateada e falta de professores.
O quadro é tão dramático que, segundo o Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), o início do ano letivo de 2012 foi suspenso ou atrasado em diversos cursos devido à falta de condições em várias universidades. “Existem instituições sem professores, sem laboratórios, sem salas de aula, sem refeitórios ou restaurantes universitários, até sem bebedouros e papel higiênico” , Além da ampla adesão dos docentes, a greve nas universidades federais também conta com apoio massivo dos estudantes. Nesse dia 29 de maio uma assembleia histórica na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), a maior do país, reuniu cerca de 2 mil alunos, que aprovaram greve estudantil por melhorias nas condições de ensino. Estudantes de 20 universidades federais já teriam decretado também greve estudantil.
Descaso do governo
O governo Dilma e o Ministério da Educação, além de serem responsáveis pela situação de precariedade das universidades federais, vêm tratando a greve e as reivindicações dos docentes e estudantes com total descaso. No último dia 25 o representante do Ministério do Planejamento indicado para negociar com os professores simplesmente desmarcou a reunião agendada para aquele dia, sem qualquer justificativa. Seria a primeira reunião com o governo desde o início da greve. Já o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, se limita a atacar a greve e a exortar os professores a voltarem ao trabalho na imprensa, mas se nega a abrir diálogo com os docentes.
Parte da indignação dos docentes vem do fato de o governo ter assinado, em 2011, um acordo em que se prontifica a fechar um novo plano de Carreira até o dia 31 de março de 2012. Porém, passada essa data, não havia nada de concreto. A desvalorização da carreira docente nas universidades públicas afeta a qualidade de ensino e, junto com a precarização causada pelos sucessivos cortes no Orçamento, aprofunda a crise da Educação. A isso se somam as unidades sem a menor infraestrutura abertas após a aprovação do Reuni (Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais) em 2007 e que impôs o aumento do número de vagas nas federais sem o consequente aumento nas verbas destinadas às universidades. Resultado: salas superlotadas, estudantes sem salas ou professores e falta de materiais básicos.
"A greve é uma reação ao desmonte da universidade pública imposta por sucessivos governos que, desde FHC, vem aplicando os planos dos organismos internacionais como ONU, Banco Mundial e a OMC, com o objetivo de atender às demandas do capital em crise", afirma Cláudia Durans, docente da UFMA (Universidade Federal do Maranhão), explicando que tal plano prevê a "flexibilização e dissociação entre ensino, pesquisa e extensão, diversificação nas modalidades de ensino (cursos sequenciais, licenciaturas e bacharelados interdisciplinares), ensino à distância, avanço da privatização favorecendo os grandes grupos econômicos, como o Prouni, e a própria degradação das condições de trabalho e de desenvolvimento das atividades acadêmicas, de qualificação".
Unificar as lutas
"É importante avançar na unificação da greve com os técnicos administrativos das universidades federais, que tem indicativo de greve para o dia 11 de junho, assim como reafirmar a unidade com os estudantes", afirma Durans. Entidades como o Andes-SN, Fasubra (Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras) e ANEL (Assembleia Nacional dos Estudantes-Livre) convocam uma marcha nacional pela Educação para o próximo dia 5 de junho em Brasília, exigindo o atendimento das reivindicações dos trabalhadores em educação e a melhoria no ensino, incluindo a exigência de 10% do PIB para a Educação.
Fonte: site PSTU
TODO SANTO DIA TEM UMA NOVA LUTA COMEÇANDO. EDUCAÇÃO, CORREIOS, CONSTRUÇÃO CIVIL.
ETA POVO QUE NÃO PARA DE LUTAR!
Trabalhadores dos Correios Itaguaí e Sindicato ocupam sede da empresa
30/05/2012
Os
trabalhadores do Centro de Distribuição Domiciliar (CDD) de Itaguaí,
no Rio de Janeiro, que está paralisado desde a segunda-feira (28),
junto com a direção do Sindicato, ocuparam a sala do COPER nesta
quarta-feira (30), na sede central da DR/RJ para exigir uma solução para
estes ecetistas que enfrentam péssimas condições de trabalho.
Em uma postura ditatorial, o diretor regional Omar Assis Moreira se
nega a receber os trabalhadores para solucionar suas reivindicações.
Além disso, os gestores insistem em descontar os dias parados.
O CDD Itaguaí atende a 12 distritos. Por falta de pessoal, as
encomendas chegam atrasadas, o que tem gerado revolta na população, que
ontem protestou no local, a polícia foi, inclusive, acionada.
A situação do CDD Itaguaí se repete por várias unidades, pois falta pessoal e as condições de trabalho são precárias, além dos assaltos. O Sindicato tem realizado diversas paralisações para cobrar da direção da empresa uma solução definitiva para esse problema.
O Sindicato pede o apoio de todos os ecetistas para que este caso seja resolvido o mais rápido possível e que seja repudiada a intransigência do diretor regional Omar Assis.
Fonte: Sintect RJ
A situação do CDD Itaguaí se repete por várias unidades, pois falta pessoal e as condições de trabalho são precárias, além dos assaltos. O Sindicato tem realizado diversas paralisações para cobrar da direção da empresa uma solução definitiva para esse problema.
O Sindicato pede o apoio de todos os ecetistas para que este caso seja resolvido o mais rápido possível e que seja repudiada a intransigência do diretor regional Omar Assis.
Fonte: Sintect RJ
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