segunda-feira, 4 de abril de 2016

Votação dos PLs da educação já!

E o que diz o governador Pimentel?
A maior parte dos deputados que não vão votar são da base aliada do governo. Pimentel e o PT fizeram aliança em Minas com o PMDB para ganhar as eleições, e o PMDB de Minas anunciou que continua apoiando o governo de Pimentel, então são parceiros.
Os trabalhadores em educação não podem aceitar ser moeda de troca nessa briga entre PT e PMDB.

APROVAÇÃO JÀ! DOS PLs DA EDUCAÇÃO!

Amanhã, mais uma vigília pela votação dos PLs 050, 3230 e 3396. Pimentel e os deputados têm mais uma chance, antes da nossa paralisação na quinta, de cumprir o acordo que o governo transformou em lei e a câmara aprovou.
Vamos acompanhar!

quarta-feira, 30 de março de 2016

SINDUTE SUBSEDE/JF INFORMA


Paralisação do dia 31/03: não vamos à Brasília. Vamos aos atos do dia 01/04
A direção estadual do Sindute propôs na última assembleia uma paralisação no dia 31/03 para participação numa manifestação em Brasilia em defesa do governo Dilma/PT. A direção da Subsed/JF e outras ligadas ao MEL/CSPConlutas foram contra e não participarão da manifestação, porém em respeito a decisão aprovada em assembleia garantirão a ida dos membros da nossa categoria que desejarem participar.
E por que não vamos?
Dilma, governadores e patrões querem arrancar o couro do trabalhador desemprego, inflação, ajustes, privatização, reforma da previdência, ataques sobre os direitos dos servidores.
A economia está despencando e o desemprego aumenta a cada dia. A inflação disparou, junto com o preço dos alimentos, transporte e combustíveis. As empresas, que ganharam rios de dinheiro no último período e tiveram ajuda do governo, demitem em massa e ameaçam fechar. Somente em 2015 ocorreram 1,5 milhão de demissões. A saúde e a educação vão de mal a pior. Em alguns estados e municípios os servidores públicos estão sem salário ou com parcelamentos. Muita gente, principalmente os contratados e terceirizados, foram demitidos.
E o que a presidenta Dilma e os governadores dos estados e prefeituras estão fazendo? Aumentando os ataques contra o povo, jogando a crise nas nossas costas. As medidas dos governos retiram direitos dos mais pobres, como o ajuste fiscal de Dilma em 2015 que afetou a licença saúde, a pensão por morte e o PIS, além de cortes de milhões na educação e saúde.

Em 2016: reforma da previdência, privatizações, leis de repressão e pacotaço sobre os servidores
Esse ano o governo já na anunciou mais uma reforma na previdência que retira direitos principalmente das mulheres, privatização de gasodutos da Petrobras, estradas e, nos últimos dias,anunciou um pacotaço de retirada de direitos do servidores estaduais com congelamento de salários, nomeações e concessão de novos benefícios por dois anos, aumento da contribuição da previdência, redução de 30% de benefícios já concedidos e até demissões por PDV (pedido de demissão voluntária).
Todos esses ataques estão sendo aplicados pelos patrões e por quem está no poder,PT, PMDB e o PSDB que quer voltar ao poder. Todos esses partidos vivem “brigando” um com o outro, mas na verdade essa briga é apenas para ver quem fica no poder e segue explorando os trabalhadores. Todos eles estão a serviço dos banqueiros, dos grandes empresários, do agronegócio e sustentam esse sistema, onde poucos controlam a riqueza e a ampla maioria sofre com a miséria, a fome e a falta de condições mínimas de sobrevivência. 
Brigam entre si, mas se juntaram para aprovar leis de repressão aos trabalhadores e juventude como a lei antiterrorismo e de punição para quem obstruir trânsito em manifestações.

Queremos uma mudança pra valer. Nem Dilma, nem Cunha, Temer ou Aécio
Por isso, nós somos contra esses dois blocos, o do PT/ PMDB que está no governo e o da oposição de direita do PSDB. Nós estamos a favor dos trabalhadores e do povo. Diante de tal situação, estamos organizando a nossa luta e construindo uma alternativa.
Não podemos ser massa de manobra desses partidos. O Brasil precisa sim de outro tipo de governo, que seja a favor dos pobres, sem banqueiros e corruptos. Na luta vamos construir uma alternativa de verdade. Para derrotar essa política precisamos unir os trabalhadores, a juventude e todo o povo pobre, e construir uma greve geral no país.
A CUT,CTB e a Força Sindical devem se somar a essa mobilização e vir conosco construir a luta. CUT e CTB têm que romper o apoio à Dilma e a Força tem que parar de apoiar o PSDB de Aécio e de Alckmin.

1º DE ABRIL VAMOS ÀS RUAS: CHEGA DAS MENTIRAS DE DILMA/PT, DO PSDB E DOS PATRÕES.
A CSPConlutas e mais de 30 entidades do Espaço de Unidade e Ação realizarão em todo o país manifestações no dia 01/04. Aqui em Minas acontecerão três atividades em Belo Horizonte.
6:30 – Manifestação na porta da Vallourec, empresa metalúrgica ameaçada de fechamento e demissão de milhares de trabalhadores
14h- manifestaçãocontra o desemprego
15h- manifestação contra a reforma da previdência
18h- Tribunal Popular- julgamento dos crimes da Samarco
Convocamos a categoria a participar dessas manifestações. 
Haverá caravana. Liguem para 3216-4963.
Além desses atos a CSPConlutas também está organizando nos dias 20 e 03/04 um seminário sobre terceirizações e um grande ato nacional em São Paulo no dia 01/05.

ESPAÇO DE UNIDADE DE AÇÃO. UNIFICAR AS LUTAS E CONSTRUIR A GREVE GERAL
O QUE É O ESPAÇO DE UNIDADE DE AÇÃO

Somos um coletivo de entidades sindicais, populares, da juventude, movimentos sociais e organizações políticas. Começamos na nossa luta enfrentando a tentativa de reforma trabalhista que seria promovida pelo Acordo Coletivo Especial (ACE), com seminários e outras atividades. Conseguimos derrotar esse projeto, que era defendido pela CUT e pelos patrões. Em abril de 2013, fizemos uma grande Marcha em Brasília em defesa das reivindicações dos trabalhadores e participamos das jornadas de junho daquele ano, que começou com a luta da juventude contra o aumento das passagens. Em 2014, organizamos as mobilizações, o encontro e a campanha “Na Copa vai ter luta”. Em setembro de 2015, realizamos um novo encontro nacional e uma nova marcha, dessa vez em São Paulo. Nossa bandeira política central foi contra o governo Dilma/PT e contra as alternativas da direita, como o PMDB de Temer e Cunha e o PSDB de Aécio e Alckmin. Estamos lutando pela construção da unidade nas nossas mobilizações e por uma alternativa dos trabalhadores. Contra o governismo e a velha direita. Uma articulação independente de governos e patrões e a serviço das lutas da classe trabalhadora e do povo pobre.
A direção da Subsede/JF participa do espaço de unidade de Ação porque acredita que só a força da classe trabalhadora organizada e independente de governos e patrões é que pode fazer os trabalhadores avançarem em suas lutas e conquistas

Dia 01/04 é dia de luta independente do governo.

 Vamos à BH. A Subsede enviará caravana. Ligue para o sindicato: 32164963

MAIS UM DIA VERGONHOSO NA ALMG


Segundo postagem no face da presidente do SindUte, ontem foi mais um dia sem quorum para votação dos PLs de reajuste e de reparações para os servidores da ex lei 100.
A ALMG possui 77 deputados, desses, a maioria faz parte da base de apoio de Pimentel. 60 estavam presentes na ALMG e não compareceram e apenas 25 votaram (ver lista baixo).

Precisamos entender mais a fundo o que está acontecendo no governo Pimentel. 
Se os projetos que estão, há muitos dias, para serem votados são de autoria do próprio governo , então porque os deputados da base aliada não comparecem para votar?
Há uma ordem partindo do governo para isso? Há uma rebelião dos deputados fisiológicos da base aliada contra o governo Pimentel? Esses deputados estão usando, vergonhosamente, os ex lei 100 adoecidos e o reajuste para chantagear o governo em troca de mais privilégios? 
A direção estadual do SindUte e deputados como Rogério Correa e Neivaldo do PT, que foram eleitos pela categoria, tem a obrigação de nos dizer o que está acontecendo.
As vigílias continuarão, mas precisamos deixar um claro recado ao governo e aos deputados: dia 07/04 tem nova paralisação e, se o governo e o parlamento não se moverem a nossa favor marcaremos o início da primeira greve do governo Pimentel/PT.