domingo, 15 de novembro de 2015

RESULTADO FINAL DAS ELEIÇÕES DO SINDUTE NA SUBSEDE/JF


DIREÇÃO ESTADUAL - chapa única/CUT:
total: 741 votos válidos.
Nulos: 19.
Brancos 150.
Total de votantes: 895.

DIREÇÃO DA SUBSEDE:
votos válidos: 876.
chapa 1/CUT- 385.
Chapa 2/CSPConlutas: 491.
Brancos: 08.
Nulos: 15.
Total de votantes: 899.
CONSELHO GERAL: 
Chapa 1: 03 conselheiros
Chapa 2: 11 conselheiros
1º- Victória Mello: 467 votos
2º - Alessandro Furtado: 435 votos
3º- Nivalda Perobelli: 428 votos
4º- Givanildo Guimarães (Gil): 405 votos
5º- Celia Maria (Celinha): 402 votos
6º- Andre Nogueira: 402 votos
7º- Yara Aquino: 397 votos
8º- Berenice Alves (Berê): 390 votos
9º- Dea Lacerda: 380 votos
10º-  Eleandro Fonseca (Lé): 380 votos
11º- Sonia Henriques (Soninha): 372 votos
12º- Gerson Guedes: 368 votos
13º- Jose Maria Carneiro: 368 votos
Obs: A subsede tem direito a 13 conselheiros de acordo com o número de filiados.

Rebelião estudantil


Essas ocupações são essenciais para que Alckimin volte atras da decisão nesfasta de fechar escolas. Os estudantes lutam em defesa de seu direito de estudar próximos às usas residências.

Todo apoio a essas ocupações!


Estudantes ocupam escola na zona leste de SP contra projeto de reorganização

12/11/2015

Desde a madrugada desta quinta-feira (12), cerca de 200 estudantes ocupam a escola E.E Salvador Allende Grossens, no Conjunto José Bonifácio, extremo leste de São Paulo. Eles protestam contra o projeto de reorganização escolar que será implementado na rede estadual de ensino.

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A polícia militar, desde as 6h, cerca o prédio ocupado e há iminência de confronto. Os estudantes alertam para o risco de uma tentativa de despejo ilegal por parte dos policiais, mesmo sem a existência de um mandado jurídico. Por ser um bairro da periferia da cidade de São Paulo os alunos temem a ação violenta da PM.



Os moradores do bairro onde se localiza a escola, além de entidades do movimento sindical e social que apoiam a mobilização estão doando alimentos para os ocupantes.

Em nota, coletivos que apoiam a ocupação, entre os quais, Coletivo Baobá, Luta Popular, Escola Popular de Política, Sarau Candeeiro, entidades sindicais filiadas à CSP-Conlutas, informa que há semanas os estudantes, professores, trabalhadores, mães, pais, militantes e moradores da Cohab II (José Bonifácio), se mobilizam contra essa proposta do governo. “Não temos razão para acreditar, conforme foi dito a nós pela Diretoria de Ensino da Leste 3 na semana passada, que a tal reestruturação das escolas melhorará nossas condições”, ressaltam.

Confira nota sobre a ocupação:

Não aceitaremos o fechamento da escola estadual Salvador Allende!

Estamos juntos na luta dos estudantes da escola Salvador Allende contra o seu fechamento. Há semanas, nós, estudantes, professores, trabalhadores, mães, pais, militantes e moradores da Cohab II (José Bonifácio), Zona Leste, estamos em mobilização contra os desmandos do governo Alckmin, que quer nos calar na hora de decidir sobre as nossas próprias vidas.

Não temos razão para acreditar, conforme foi dito a nós pela Diretoria de Ensino da Leste 3 na semana passada, que a tal reestruturação das escolas melhorará nossas condições. Não temos porque acreditar que um governo que sempre nos virou as costas agora estará por nós. É o mesmo governo que conhecemos nos perrengues que passamos na CPTM e no constrangimento que sofrermos nos enquadros da PM.

A Escola Estadual Salvador Allende, embora tenha sido já uma grande referência de educação pública na nossa quebrada, hoje está completamente relegada ao abandono do Estado. Se há anos pedimos por reformas importantes no espaço da escola e como resposta só tivemos o silêncio, porque agora eles sabem tanto o que é melhor para nós que nem sequer nos consultaram?

Acreditamos que os investimentos destinados às periferias devam servir para melhorias da região e não como desmonte das poucas estruturas de formação que temos. Nossas necessidades são urgentes e precisam ser dialogadas diretamente com quem as sentem diariamente: NÓS MESMOS.

Sabemos bem das condições precárias do nosso ensino, da falta de estrutura, das péssimas condições de trabalho dos professores e trabalhadores da escola, mas isso não significa ser a favor do fechamento, muito pelo contrário. O Geraldo Alckmin é responsável pelo estado lamentável do seu espaço, mas ele é o nosso lugar de encontro e, se existe na gente uma necessidade enorme de lutar, é porque nesses anos todos fomos aprendendo por nós mesmos que a escola é muito mais nossa do que de qualquer governo.

Fizemos reuniões, conversas inúteis com a diretoria de ensino e todas as formalidades consideradas legítimas pela burocracia estatal. Mas apesar do descaso do Governador e de seus secretários, nós nos comprometemos a seguir na luta, com os instrumentos necessários que a resistência do governo nos impuser, contra o fechamento da Salvador Allende e das várias outras escolas que farão falta no cotidiano e que são de direito da nossa juventude Preta, Pobre e Periférica.

A ESCOLA É NOSSA, GOVERNADOR!

Coletivo Baobá
Luta Popular
Escola Popular de Política
Sarau Candeeiro
Entidades da CSP – Conlutas

domingo, 8 de novembro de 2015

Eleições no SindUte começam amanhã (2ª feira)

A partir de amanhã, segunda começam as eleições do nosso sindicato e irá até sexta feira. As urnas irão às escolas e SRE e ficará uma urna fixa no sindicato (Rua Mister Moore, 157-sala 107). Só podem votar os filiados ao sindicato.
Levem na bolsa e ou carteira essa semana um contracheque com desconto do sindicato e carteira de identidade.
Participe! Exerça seu direito de votar e escolher a direção do seu sindicato




quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Publicada nova leva de nomeações.

Confiram no Minas de hoje (05/11)

Sob forte repressão, greve de petroleiros entra no 7º dia com produção em queda

Essa greve tem importância estratégica para o país, pois uma das suas principais reivindicações é a suspensão da privatização do petróleo. Todo apoio a essa luta!


Tentativas de travar a luta com interditos proibitórios, acionamento das Polícias Militares para intimidar os trabalhadores e prender dirigentes sindicais, práticas antissindicais contra os sindicatos, manobras jurídicas de todo o tipo para impedir que a categoria exerça o direito de greve.
 
É com este pano de fundo que a greve nacional de petroleiros entra em seu sétimo dia nas bases da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) e no terceiro dia nas bases da Federação Única dos Petroleiros (FUP).
 
A mobilização, que luta pela preservação de direitos históricos atacados na proposta de ACT da empresa e pelo cancelamento da venda de ativos, que aprofunda a privatização da Petrobrás, está sendo capaz de afetar a produção das unidades e de obrigar a própria companhia a admitir esta realidade – os números oficiais citam queda de produção de 273 mil barris de petróleo (13% da produção diária no Brasil).
 
No entanto, segue a intransigência dos gestores da empresa, que se negam a negociar as reivindicações da categoria com os mais variados pretextos. Por isso, a luta continua!



Confira abaixo o quadro de mobilizações nas bases da FNP e da FUP
 
No Litoral Paulista, a manhã do sétimo dia de greve começou com um ato na porta do Edisa Valongo, que contou com a participação de trabalhadores da RPBC e Mexilhão, e teve como objetivo conscientizar os trabalhadores sobre a real situação da empresa e sobre os desdobramentos do Acordo Coletivo. Diante disso, muitos petroleiros do prédio resolveram aderir ao movimento que se coloca contra a venda de ativos a a retirada de direitos.
 
No Terminal da Alemoa, em Santos, a adesão do pessoal do ADM e turno é total. No Terminal de Pilões, em Cubatão, foi feito atraso até às 9h para os operadores e os trabalhadores do ADM continuam mobilizados com 100% do efetivo em greve. Na RPBC e UTE-EZR, em Cubatão, a adesão segue forte com 100% do turno com os braços cruzados e praticamente 70% do ADM também se incorporando à greve, com os ônibus chegando praticamente vazios.
 
Na UTGCA, em Caraguatatuba, os trabalhadores em greve se revezam, mantendo a escala (12 horas) que fariam se estivessem trabalhando. A adesão é de 100% da operação, 100% da manutenção do nível médio (exceto supervisores), e 30% do administrativo.
 
Em São Sebastião, no Tebar, a greve já reflete na produção. Apenas 30% da operação do terminal está funcionando. O impacto é também no bombeio e descarga dos navios, que normalmente funciona com operação simultânea em quatro navios, mas com a greve o trabalho é feito apenas uma embarcação por vez.
 
Ainda em São Sebastião, assim como debatido na assembleia na terça-feira (3), os petroleiros em greve ocuparam todas as entradas do terminal, para conversar com os que ainda não aderiram à greve a se juntarem na luta. Dentre os trabalhadores que ainda relutam, supervisores, que pararam para ouvir os argumentos dos petroleiros e prometeram refletir sobre aderir ao movimento.
 
Com os debates realizados ontem, em assembleia, os trabalhadores de Mexilhão e Merluza discutem uma ação unitária para garantir que a mobilização nas plataformas sejam intensificadas. Dirigentes do Sindipetro-LP estiveram ontem e hoje no Aeroporto de Itanhaém para discutir com os trabalhadores as estratégias. Até agora, seguem sendo autorizadas apenas tarefas fundamentais para segurança e habitabilidade de Merluza. Em Mexilhão, que está em parada de manutenção, os trabalhadores irão entregar a operação para contingência. O voo que sairia hoje de manhã está atrasado, aguardando a contingência subir para desembarcar o pessoal que está em greve.
 
Na Revap, em São José dos Campos, os cortes de rendição prosseguem. Com isso, segue firme a greve! Hoje, quarta-feira, houve corte de rendição às 7h e parte do ADM aderiu à greve. A gerência da unidade acirra o assédio moral, persegue trabalhadores e tenta desmobilizar a categoria com informes internos sobre a situação financeira da empresa.
 
Nas base de Alagoas/Sergipe, todas as áreas de produção estão paradas. Na Fafen, a produção está nas mãos dos operadores do turno e da equipe de contingência, desde o último dia 31 de outubro. A gerência queria substituir nove trabalhadores desse grupo, mas apenas sete saíram hoje. Ontem, também aconteceu uma assembleia onde os petroleiros dessa unidade rejeitaram a proposta da empresa em render parte do efetivo que está trabalhando desde sábado e ficar em turno de 16 horas. Os trabalhadores definiram que só aceitam a rendição se a empresa retirar toda a equipe de contingência. No Campo Terrestre de Carmópolis a greve continua com adesão total do ADM e Turno. Na manhã de hoje, a base de Riachuelo (RO) também parou, só o turno continuou em operação. Nas estações de Saquinho, Desparafinação, Jordão e Siriri a paralisação continua.
 
Na Sede de Aracaju a paralisação prossegue. Muitos trabalhadores das áreas operacionais estão indo até a sede apoiar e ajudar na greve. No Tecarmo, houve 95% de adesão do turno e ADM. Em Alagoas, na estação de Pilar o movimento grevista continua e os trabalhadores da estação de Furado aderiram à greve. Ontem, em Pilar, a parada foi de 100% do turno, pois não houve rendição. A empresa tentou apoio nos operadores de folga e não teve sucesso. No fim da tarde, sem perspectiva de rendição e com o turno que não foi rendido, e já com 20 horas de jornada, tiveram que parar as maquina. Nas plataformas, em Aracaju, os trabalhadores embarcaram, mas não estão emitindo PT.

No Rio de Janeiro, foi feito trancaço na Transpetro Sede, no centro do Rio, próximo à Candelária. Às 9h, em assembleia na frente do edifício, os trabalhadores decidiram retomar as atividades, mas mantendo o estado de mobilização. No TABG, a greve está forte. Houve um acordo com a gerência proposto pelo Sindipetro-RJ e os trabalhadores assumiram o controle e acompanhamento das atividades. O Centro Nacional de Controle (CNCO )da Transpetro Sede cortou rendição, mas manteve efetivo mínimo e por enquanto não tem parada de produção. Mesmo assim, a empresa está substituindo trabalhadores grevistas por pessoas sem certificação para operação, o que coloca em risco os equipamentos da companhia e a sociedade de uma forma geral. Os trabalhadores da Petrobrás, em Angra, estão com os braços cruzados. Nas termoelétricas Barbosa Lima Sobrinho e Baixada Fluminense, os petroleiros estão em estado de greve e podem paralisar o trabalho a qualquer momento.

Na base do Sindipetro-PA/AM/MA/AP os trabalhadores do ADM e turno do Terminal São Luis (MA) aderiram em 100% ao movimento grevista. No Terminal da Transpetro Belém (PA), a adesão do turno está em 95%. No começo da noite de ontem, os trabalhadores da Província Petrolífera de Urucu (AM) entregaram o processo para a equipe de contingência (composta por engenheiros e supervisores) e deixaram a unidade. E hoje, os diretores do Sindipetro estiveram no aeroporto para convencer os trabalhadores sobre a importância da greve e muitos acabaram não embarcando. No prédio da Petrobrás Norte, foi realizado um trancaço com adesão maciça. E foi deliberado em assembleia, na porta do prédio, a continuidade da greve por unanimidade.

Bases da FUP
Na Bacia de Campos, segundo o Sindipetro-NF, adesões confirmadas nesta manhã da sonda P-16 e da plataforma PCP-2 fazem aumentar para 47 o número de unidades marítimas em greve na Bacia de Campos, além do Terminal de Cabiúnas, em Macaé. Das 47 unidades, 31 estão com as atividades completamente paralisadas (28 plataformas e três Unidades de Manutenção e Serviço), outras sete estão com produção restrita e nove tiveram a operação assumida por equipes de contingência da Petrobrás.

As informações atualizadas das demais bases ainda não foram divulgadas pela FUP. Assim que houver a divulgação do quadro dos 12 sindipetros da outra federação, atualizaremos nossa matéria. Confira aqui o quadro nacional de greve da última terça-feira (3).
Fonte: site CSPConlutas