quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Pimentel insiste em proposta inaceitável. A greve nas SREs continua

Na negociação de ontem, Pimentel continuou fazendo de conta que não está compreendendo a reivindicação dos servidores das SREs e manteve a proposta de índice, enquanto a pauta é de correção da tabela. O índice apresentado, além  de não atender a reivindicação está longe de promover a correção reivindicada.
Diante disso foi votado na Assembleia Estadual de ontem, por unanimidade, a continuidade da greve e haverá nova assembleia dia 22/09.
O governo, demostrando que não está preocupado com os prejuízos da greve como o não pagamento dos designados no período da mesma, não marcou nova negociação. 
Vamos continuar denunciando o descaso do governo Pimentel  e pressionando pela reabertura das negociações e atendimeto das reivindicações.

Está inciado o processo de nova eleição para direção do SindUte. Participem!



domingo, 13 de setembro de 2015

Pimentel apresenta uma proposta inaceitável. Greve das SREs continua!


          Na segunda negociação desde o início da greve em 27/07, portanto só após 66 dias de seu início, Pimentel  apresentou na última sexta uma proposta. Porém ela foi recusada por unanimidade na assembleia estadual. 
         Além de ter um nítido objetivo de dividir os servidores uma vez que não contemplava os Analistas, Pimentel ofereceu 16% de reajuste dividido em duas parcelas: a primeira só em agosto de 2016 e a segunda ainda mais distante, em junho de 2017.
         Com essa atitude fica evidente que Pimentel não está preocupado com a duração da greve, com os prejuízos que ela causa à educação e aos educadores (principalmente aos que estão sem salário) e muito menos com a valorização dos servidores administrativos.
       Diante de uma proposta tão indecorosa os servidores decidiram manter a greve e nessa próxima terça feira haverá nova negociação. Nós, da direção da Subsede/JF e os servidores da SRE/JF, esperamos que nessa negociação Pimentel demonstre o que prometia na campanha eleitoral: valorizar os trabalhadores em educação.
          Toda a responsabilidade dos prejuízos dessa greve devem recair sobre o governador que, irresponsavelmente postergou a negociação por mais de dois meses,  e quando, finalmente negocia, apresenta uma proposta que ele sabe ser inaceitável.
          A greve continua. Pimentel a culpa é sua!

Designados cobram acesso à previdência

Essa é uma das maiores preocupações dos milhares servidores que foram colocados nas ex lei 100, de forma irresponsável, pelo governo Aécio/ PSDB. 
Pimentel/PT não fez a lei, mas agora é o responsável pelo estado e por garantir o direito de aposentadoria a esses servidores.
Há uma boa parte que já pode se aposentar e o governo tem que autorizas, já, as SREs a receber suas documentações e outra parte precisa ter sua situação previdenciária regularizada para que, ao completar os requisitos após dezembro de 2015, tenha su aposentadoria aprovada.
Com a palavra o governador de Minas

POR TRIBUNA

A pouco mais de três meses do fim do prazo definido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para o desligamento de quase 60 mil designados efetivados no Estado em 2007 pela Lei 100, a situação dos afetados pela decisão parece distante de um desfecho. Ontem, em audiência pública promovida pela Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa (ALMG), representantes dos atingidos voltaram a cobrar do Poder Público uma solução. Eles sugeriram a formação de uma comissão, para garantir a previdência do Estado a estes profissionais por meio de um termo de ajustamento de conduta (TAC). De acordo com o STF, o Governo tem até o fim de 2015 para substituir todos os funcionários da área da educação de Minas por concursados.
Apesar dos pleitos, o presidente da Comissão de Educação, o deputado Paulo Lamac (PT), afirmou que não há uma solução mágica para o caso. “Sugerimos que sejam promovidos concursos, mas a conclusão do processo seria demorada, talvez mais de uma década. Propomos, ainda, alterar a forma de contratação dos temporários para períodos mais longos e dar uma pontuação diferenciada nos concursos para os servidores com maior tempo de experiência”, afirmou. Entre as deliberações tiradas, foi editado requerimento para que o Estado avalie a possibilidade de conceder pontuação diferenciada nas provas para os profissionais com mais experiência na rede de ensino, como sugeriu Lamac.