quarta-feira, 17 de junho de 2015

Escola em Benfica protesta por liberação de verba


Cansados de esperar por 08 anos a comunidade organizou-se, chamou o SindUte e juntos paramos a Av JK numa belíssima manifestação. Direção da escola, alunos, professores, funcionários, pais/mães/responsáveis e sindicato na avenida denunciando e exigindo do governador Pimentel a liberação da verba e a reforma da escola. Destaque para a fanfarra que demonstrou que apesar do descaso das autoridades as escolas públicas produzem projetos maravilhosos.
 


Dinheiro, que já foi garantido pela Secretaria de Estado de Educação, ainda não caiu na conta da instituição
Por Tribuna


Manifestantes fizeram passeata pelas ruas de Benfica (Foto: Aline Junqueira)
Manifestantes fizeram passeata pelas ruas de Benfica (Foto: Aline Junqueira)
Alunos, professores e a direção da Escola Estadual Professor Francisco Faria, com apoio do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) e da comunidade local, protestaram contra a demora na liberação de recursos destinados à reforma do prédio do colégio, em Benfica, na Zona Norte de Juiz de Fora. A manifestação aconteceu na manhã desta quarta-feira (17) e pediu que os R$ 593.553,99 que já foram reservados à ampliação da escola sejam agora liberados pela Secretaria de Estado de Educação.
Conforme a diretora, Vera Lúcia Reis Zambelli, a escola aguarda a liberação da verba há seis meses e já realizou a licitação da empresa que irá executar as obras. “A escola está em estado precário. Chove dentro da cozinha e do refeitório. Às vezes precisamos usar sombrinhas dentro da cozinha e do refeitório, e até levar a comida para dentro da sala de aula. Temos oito computadores lacrados, mas não temos um laboratório de informática. Temos 27 alunos em cada sala de aula minúscula. Só temos um depósito geral, onde é guardado de tudo, desde arquivo morto de funcionários até a merenda. Não cabe mais nada dentro da escola”, desabafa.
Os R$ 593 mil, conforme Vera Lúcia, referem-se à primeira parcela da verba, que será usada para iniciar a construção do segundo andar da escola. Conforme consta no site da Secretaria de Estado de Educação, a verba já estaria liberada desde o dia 22 de dezembro do ano passado, mas ainda não teria caído na conta da escola.
A Tribuna entrou em contato com a Secretaria de Estado de Educação e aguarda posicionamento

segunda-feira, 15 de junho de 2015



SUBSEDE SINDUTE CONVIDA

MANIFESTAÇÃO EM FRENTE A ESCOLA FRANCISCO FARIA

DIA:  17/06 – QUARTA FEIRA
HORA: 07h

A COMUNIDADE EXIGE A REFORMA DA ESCOLA

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Servidores da SRE fazem vigília por seus direitos.


Dia 08/06 foi dia de luta dos servidores das SREs e Juiz de Fora participou ativamente. O governo prometeu analisar as reivindicações e dar uma resposta no dia 12. 
Organizar a paralisação geral da categoria  no dia 16 é fundamental para que avancemos nessa pauta e em outras que ficaram pendentes no acordo assinado entre a direção estadual e o governo. 
O acordo salarial é aquém do que reivindicamos e do que Pimentel prometeu, mas tem avanços e seguiremos exigindo o piso do Dieese e recomposição da carreira. Porém questões urgentes ainda não foram atendidas,  além das reivindicações dos servidores das SREs ainda temos que avançar:

- Na aposentadoria dos servidores da ex lei 100
- No vale transporte, principalmente para os ASBs, que ganham hoje menos que o salário mínimo
- No concurso para os ASBs que tem permanente ameaça de terceirização
- No quadro de escola com menos alunos em sala, mais funcionários e sem punição
- Na retirada de obrigatoriedade do módulo II
- Na melhoria do Ipsemg
- Nas reformas e construções de  escolas
- Em mais concursos e nomeações 
- Nas reivindicações dos ATbs e secretários escolares

Todas as escolas e SRES fechadas dia 16/06. Vamos continuar nossa luta em defesa da nossa valorização e de uma educação de qualidade para os trabalhadores Mineiros.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

2º Congresso da CSP-Conlutas começa nesta quinta-feira


A Subsede participará com 21 delegados e mais 04 trabalhadores de outras categorias de Juiz de Fora participarão como observadores

Evento vai reunir milhares de trabalhadores com a tarefa de definir os rumos da luta contra os ataques dos patrões e governos

O 2º Congresso da CSP-Conlutas começa nesta quinta-feira, dia 4, com a grande tarefa de definir os rumos da luta da classe trabalhadora brasileira contra os ataques dos patrões e dos governos.

O Congresso vai reunir milhares de trabalhadores de várias partes do Brasil, como metalúrgicos, petroleiros, servidores públicos, bancários, rodoviários, trabalhadores do campo e integrantes de movimentos sociais e de luta contra as opressões.
Serão quatro dias de muitos debates sobre a nova realidade política e econômica vivida no Brasil e no mundo.
Princípios de luta
Ao final, os delegados do Congresso vão votar o plano que vai direcionar a ação da Central nos próximos anos, baseado no classismo e na oposição de esquerda aos governos, princípios seguidos pela CSP-Conlutas desde sua fundação.
“No momento em que centrais sindicais como CUT e Força Sindical fazem acordos com os governos e os patrões para retirar direitos dos trabalhadores, a CSP-Conlutas realiza seu 2º Congresso, pautado no debate, na democracia, reafirmando seu princípio de defesa intransigente da classe trabalhadora”, afirma Renato Bento Luiz, o Renatão, da CSP-Conlutas Vale do Paraíba.

Encontro Internacional acontece nos dias 8 e 9
A exploração sofrida pelos trabalhadores é a mesma em todo mundo. Por isso, logo após o Congresso, será realizado o Encontro Internacional da Rede Sindical de Solidariedade e Lutas, nos dias 8 e 9, em Campinas.

O Encontro vai reunir mais de 100 representantes de cerca de 30 países, como EUA, Argentina, Chile, Egito, Espanha, França, Inglaterra, Itália, México, dentre outros.

Um dos objetivos será o fortalecimento da Rede Internacional como um espaço permanente de organização e divulgação das lutas.

O encontro é organizado pela CSP-Conlutas, do Brasil, Solidaires, da França, e CGT, da Espanha.

Fonte: Site Sindicato dos metalurgicos de SJ Campso

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Sindicatos da África, Américas e Europa divulgam nota em defesa da Educação

A classe trabalhadora é internacional. A solidariedade de classe também é internacional!


Nota foi elaborada no segundo Congresso da SUD (Sindicato de Professores Franceses)

Em todos os países, em todas as regiões, o mesmo direito à educação

Nós, sindicatos da Educação na África, nas Américas e na Europa, declaramos que em toda parte há uma necessidade urgente de reafirmar o direito de todos à educação pública, gratuita, emancipatória e de qualidade.

Em todos os continentes, esse direito básico está diretamente atacado pelo sistema capitalista por meio da mercantilização, em suas diferentes formas:

A aposta na competição entre os estabelecimentos, entre trabalhadores e entre estudantes, com renúncia aos direitos coletivos, para abrir caminho à lógica de “cada um por si”.

As políticas autoritárias de austeridade que precarizam as condições de vida, trabalho e estudo.

A privatização total ou parcial, mascarada nas terceirizações e nas parcerias público-privado, que impõe custos à população para garantir os lucros das empresas.

Esse projeto é global e teorizado. Para avançar e enfrentar nossa resistência, são adotadas estratégias adequadas aos contextos locais. Trata-se de uma simples sabotagem aos sistemas de ensino em todos os lugares, com o abandono das populações para servir aos mercados.

Nossas lutas e resistências transcendem os interesses corporativos para salvaguardar o bem comum contra o individualismo que se afirma como moderno para melhor sufocar-nos. Nossas vitórias só farão sentido e serão duradouras, se desenvolvermos as lutas e a solidariedade internacionais, como meio eficaz para impedir a destruição dos sistemas de ensino público no mundo.

Brest, 21 de maio de 2015
Fonte: site CSPConlutas