sexta-feira, 10 de abril de 2015

15 de abril é Dia Nacional de Paralisações contra o projeto das terceirizações e as medidas que retiram direitos dos trabalhadores


Só os trabalhadores organizados na luta conseguirão barrar o Projeto de Lei 4330 que desregulamenta o trabalho e impõe as terceirizações. Assim, a reunião que aconteceu um dia após a aprovação do PL na câmara, entre a CSP-Conlutas, CUT, CTB, NCST e Intersindical/CCT aprovou a convocação de um Dia Nacional de Paralisações no próximo 15 de abril.
A Direção da Subsede vai entrar em contato com a Direção Estadual e reivindicar que o Sindute encampe essa luta. 


15 de abril é Dia Nacional de Paralisações contra o projeto das terceirizações e as medidas que retiram direitos dos trabalhadores






quinta-feira, 9 de abril de 2015

Greves da educação. Os educadores em luta por valorização e educação de qualidade



Vejam nas postagens abaixo. Em vários lugares do país os educadores estão em greve. Como aconteceu em 2011, trabalhadores em educação de estados e municípios lutam pelo cumprimento da lei do Piso Salarial, em defesa do plano de Carreira e melhores condições de trabalho. 
A CNTE - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação - na qual  é filiado a maioria  dos sindicatos da educação pública precisa unificar essas lutas e chamar uma greve geral da educação. Esse é o caminho para que  as lutas saiam vitoriosas.
São Paulo

Professores em greve convocam assembleia no Palácio dos Bandeirantes e atos na jornada de lutas



Atos regionais no dia 9 e assembleia no dia 10 na sede do governo estadual movimentam 170 mil grevistas em luta para barrar ataques do PT e do PSDB

Chegando próximo aos 30 dias em greve, professores do Estado de São Paulo anunciam atos para pressionar o governo Alckmin a abrir negociação com a categoria. Foi marcada uma nova assembleia no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado para a próxima quinta-feira (10).

greve dos professores SP

Além das ações de greve, a categoria decidiu adotar a jornada de lutas que ocorre entre os dias 7 e 9 por todo o Brasil. De acordo com a professora Eliana Nunes, da Oposição Alternativa, ligada à CSP-Conlutas, “nosso calendário incorpora a greve na jornada de lutas pelos direitos por entender que só com a unidade nas lutas podemos barrar os ataques do PT e do PSDB”, destacou.

Os ativistas denunciam o corte nas verbas dos serviços públicos, as demissões e a retirada de direitos, mote da jornada nacional de lutas. Ainda de acordo com a professora, ações diretas prometem pressionar o governo de Geraldo Alckmin.  “Acreditamos que os atos, paralisações de principais avenidas e rodovias por todo Estado de São Paulo também podem ser parte da pressão por uma verdadeira abertura de negociações por parte do Governo”, anunciou.



greve dos professores SP 1




Por Daniel Perseguim





Jornada de lutas em Belém (PA) é marcada por ocupaçãodos professores em greve ao prédio da Seduc




Em Belém (PA), a jornada de lutas chamada pela CSP-Conlutas em todo o país teve o dia 8 de abril marcado por uma marcha dos trabalhadores da Educação do Pará em greve desde o dia 25 de março, que se concentraram desde cedo no trevo do Satélite, na Avenida Augusto Montenegro, e marcharam até o prédio da Secretaria de Educação do estado do Pará (Seduc).

Marcha da Educa+º+úo 2

Os professores da rede estadual de ensino fecharam, em protesto, um sentido da Avenida Augusto Montenegro para chegarem até o prédio da Seduc. Cerca de 1.500 trabalhadores em greve marcharam, gritando palavras de ordem como “Jatene caloteiro, pague o meu dinheiro”. A principal reivindicação da categoria é a exigência do pagamento do piso salarial. Além dos professores de diversos municípios como Benevides, Castanhal, Santarém estavam presentes outras categorias como os operários da Construção Civil de Belém, professores da Universidade Estadual do Pará (UEPA) que também estão em greve, movimentos organizados como Quilombo Raça e Classe, ANEL, Movimento Mulheres em Luta, MRS, MÊS, Juntos, e estudantes das escolas de ensino médio da Grande Belém que levavam cartazes, faixas e cantavam palavras de ordem como “Unificou, unificou. É estudante, operário e professor”.

Marcha da Educa+º+úo 3



Wellingta Macêdo, direto de Belém do Pará

Greve continua; Sinpro e PJF têm nova reunião

Parados há 26 dias, professores decidiram manter movimento por conta do Artigo 9º
POR TRIBUNA

em-assembleia-no-ritz-hotel-docentes-votam-a-favor-da-greve-marcelo-ribeiro_07-04-15
Em assembleia no Ritz Hotel, docentes votam a favor da greve (marcelo ribeiro\07-04-15)
O impasse entre os professores da rede municipal, em greve há 26 dias, e a Prefeitura permanece sem solução. Hoje à tarde, as partes em conflito têm nova roda de negociação. As conversas acontecem um dia após os docentes rejeitarem proposta feita pelo Executivo na última segunda-feira e deliberarem pela continuidade da paralisação por tempo indeterminado. “A categoria fez uma avaliação correta da proposta, já que Prefeitura ainda não encontrou uma solução para o pleito pela retirada do artigo 9º (da Lei 13.012/14, que permite ao Município a concessão de reajuste diferenciado aos profissionais que estiverem com seus vencimentos abaixo do piso nacional da categoria)”, afirmou a coordenadora-geral do Sindicato dos Professores (Sinpro), Aparecida de Oliveira Pinto. Os docentes pedem a revogação do dispositivo.