segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Dia 15/10 tem aumento da tarifa de ônibus em JF

A prefeitura de Juiz de Fora e seu Conselho Municipal de Trânsito aprovaram o aumento da tarifa de ônibus para o valor de R$ 2,25 que se tornará vigente a partir do dia 15 de outubro, Dia do Professor. 

Da mesma forma que os governos se enriquecem e jogam sobre as costas dos professores a responsabilidade pelo sucateamento da educação, fazem o mesmo com os usuários do transporte público ao onerá-los para que os donos das empresas de ônibus mantenham e aumentem seus lucros.

É uma ofensa para todos trabalhadores e estudantes quando o secretário de transporte, Rodrigo Tortoriello, diz que o aumento é para evitar um “colapso do sistema de transporte por não conseguir cobrir os custos do sistema”. Tanto os motoristas quanto os usuários sabem que o sistema de transporte já está em crise, e os responsáveis são exatamente o secretário e a prefeitura que cumprem papel de capatazes dos donos das empresas de ônibus. O único colapso que os governantes querem evitar é o colapso que terminará com os lucros dos empresários.

Se o investimento na educação pública fosse gradual como é o aumento do valor da tarifa de ônibus, hoje teríamos outra realidade. Essa outra realidade que queremos só pode ser construída através da unificação de todos os setores da classe trabalhadora com os estudantes que são pontas de lança na luta contra os aumentos arbitrários da tarifa de ônibus. 

Portanto, neste 15 de outubro, nós trabalhadores da educação devemos reivindicar nosso papel na sociedade mostrando que podemos interferir nos rumos que os poderosos tem determinado para a educação, transporte, etc.

Convocamos todos colegas de trabalho e estudantes para a manifestação marcada para o dia 14, terça feira, às 17h em frente à câmara municipal. (Confira o evento aqui:https://www.facebook.com/events/833958553301580/?fref=ts).

Não há dia na vida de um professor que não seja um dia de luta.
Foto: A prefeitura de Juiz de Fora e seu Conselho Municipal de Trânsito aprovaram o aumento da tarifa de ônibus para o valor de R$ 2,25 que se tornará vigente a partir do dia 15 de outubro, Dia do Professor. 

Da mesma forma que os governos se enriquecem e jogam sobre as costas dos professores a responsabilidade pelo sucateamento da educação, fazem o mesmo com os usuários do transporte público ao onerá-los para que os donos das empresas de ônibus mantenham e aumentem seus lucros.

É uma ofensa para todos trabalhadores e estudantes quando o secretário de transporte, Rodrigo Tortoriello, diz que o aumento é para evitar um “colapso do sistema de transporte por não conseguir cobrir os custos do sistema”. Tanto os motoristas quanto os usuários sabem que o sistema de transporte já está em crise, e os responsáveis são exatamente o secretário e a prefeitura que cumprem papel de capatazes dos donos das empresas de ônibus. O único colapso que os governantes querem evitar é o colapso que terminará com os lucros dos empresários.

Se o investimento na educação pública fosse gradual como é o aumento do valor da tarifa de ônibus, hoje teríamos outra realidade. Essa outra realidade que queremos só pode ser construída através da unificação de todos os setores da classe trabalhadora com os estudantes que são pontas de lança na luta contra os aumentos arbitrários da tarifa de ônibus. 

Portanto, neste 15 de outubro, nós trabalhadores da educação devemos reivindicar nosso papel na sociedade mostrando que podemos interferir nos rumos que os poderosos tem determinado para a educação, transporte, etc.

Convocamos todos colegas de trabalho e estudantes para a manifestação marcada para o dia 14, terça feira, às 17h em frente à câmara municipal. (Confira o evento aqui: https://www.facebook.com/events/833958553301580/?fref=ts).

Não há dia na vida de um professor que não seja um dia de luta.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

IIIª SEMANA DO EDUCADOR

Pelo terceiro ano consecutivo a Subsede do SindUte realiza a Semana do Educador. Haverá  palestra, debate, exibição de filme e manifestação. 
Veja a programação, organize-se e participe.
Ao final da semana realizaremos a 2ª roda de samba da Subsede, porque cantar e dançar também é  nossa vocação


Confira a programação da Semana do Educador aqui:

Foto: Confira a programação da Semana do Educador aqui:

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Publicada data da perícia médica para nomeações

Não teve nomeações para Juiz de Fora, mas para algumas cidades da região sim. Atenção para as datas das perícias médicas. Qualquer dúvida o sindicato orienta ligar para a SRE.


 Professor De Educacao Basica - Nível I - Grau A Rosimeri Lacorte Pereira 1°
 8/10/2014 08:00 10:00 13:00
 Professor De Educacao Basica - Nível I - Grau A Paolla Reis De Aquino 1°
 8/10/2014 08:00 10:00 13:00
 Professor De Educacao Basica - Nível I - Grau A Priscila Garcia De Mello 1°
8/10/2014 08:00 10:00 13:00
Professor De Educacao Basica - Nível I - Grau A Rosemery Marlowa Gomes De Paula 1°
 8/10/2014 08:00 10:00 13:00
 Professor De Educacao Basica - Nível I - Grau A Icaro Rodrigues Da Rocha 2° 8/10/2014 08:00 10:00 13:00
 Professor De Educacao Basica - Nível I - Grau A Regis Luiz Guerra Zampa 2° 8/10/2014 08:00 10:00 13:00
Professor De Educacao Basica - Nível I - Grau A Talita Goncalves De Moura 3° 8/10/2014 08:00 10:00 13:00

Mais 23 metroviários de SP são readmitidos e a luta continua pelos sete que faltam

A tentativa do governador Alckimyn de destruir a organização dos metroviários não deu certo. A categoria manteve-se unida, a solidariedade da classe foi enorme e os demitidos estão retomando seus empregos. 

Os metroviários de São Paulo obtiveram mais uma importante conquista na campanha pela readmissão dos 42 demitidos pelo Metrô, na última greve realizada pela categoria. Nesta terça-feira (30/09), mais 23 trabalhadores foram readmitidos através de liminar da justiça. Somam-se assim aos outros 12 que já tinham sido reintegrados. Agora faltam sete e a campanha pela readmissão de todos continua.

O presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Altino Prazeres, divulgou nota em que ressalta mais essa conquista contra “os desmandos” do governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) e seu secretário de Transporte Jurandir Fernandes.

Altino parabenizou a categoria que se uniu e manteve a solidariedade aos companheiros demitidos. Agradeceu as centenas de moções de apoio à luta, cuja campanha segue até a readmissão de todos. “Viva à luta dos metroviários e metroviárias de São Paulo, viva à readmissão dos nossos demitidos. Faltam sete e vamos atrás com toda a força. Viva a solidariedade de classe”, finalizou o metroviário.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Governo pretende terceirizar contratação de professores federais via Organização Social

Absurdo! Esse é um ataque sem precedentes à educação pública superior e abre caminho para que isso aconteça também na educação básica. Devemos  repudiar essa intenção do MEC para que não seja efetivada. 

O presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Almeida Guimarães, declarou recentemente, em um debate sobre educação superior, que a Capes, o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Ministério da Educação (MEC) pretendem criar uma Organização Social (OS) para contratar docentes para as Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) por meio da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Valendo-se da argumentação falaciosa de que o Regime Jurídico Único (RJU) contrata professores “por 30 anos e não manda ninguém embora”, e de que a OS garantiria e facilitaria a contratação de grandes pesquisadores estrangeiros, a Capes propõe, na verdade, a terceirização do trabalho dos professores das Ifes.

Paulo Rizzo, presidente do ANDES-SN, critica as declarações do representante da Capes.“Essa proposta agride o processo democrático de seleção de professores por meio de concursos públicos. Também agride a autonomia universitária, pois tira das mãos da universidade o controle do processo de seleção de seus docentes”, ressalta.

Respondendo à afirmação de Jorge Guimarães de que os concursos públicos para professores são “um jogo de cartas marcadas”, Paulo Rizzo defende novamente a autonomia universitária. “Na verdade eles querem, via OS, fazer um jogo de cartas marcadas. Ao invés do concurso com regras claras, definidas por cada instituição, com pontos e bancas definidos pelos colegiados de departamento, com direito de recursos aos candidatos, querem a escolha pela gerência de uma OS. Quem disse que a gerência não será corporativista? Quem escolherá os melhores quadros?”, questiona o presidente do ANDES-SN.

Proposta de Terceirização

A proposta de terceirização veio à tona em um evento recente que contou com a participação de Jorge Guimarães e do ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina, ex-reitor da Universidade Federal de Minas Gerais, o Simpósio Internacional sobre Excelência no Ensino Superior promovido pela Academia Brasileira de Ciências (ABC), no Rio de Janeiro. Na segunda-feira (22), Guimarães afirmou que Capes, MEC e MCTI estão planejando a criação de uma OS para gerir a contratação de docentes. Segundo o presidente da Capes, os dois ministérios já, inclusive, aprovaram a criação da OS.

“O ministro [da Educação, José Henrique] Paim e o ministro [da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio] Campolina estão nos autorizando a fazer uma organização social para contratar, saindo do modelo clássico que demora e que nem sempre acerta muito”, disse Guimarães, segundo matéria publicada pela Agência Brasil. A medida, segundo ele, teve bons resultados no Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), que é uma OS, e recebe recursos reajustados anualmente para pagar profissionais vindos de fora.

Para Guimarães, a proposta de terceirização pode atrair docentes estrangeiros às universidades brasileiras – o que internacionalizaria as instituições. Guimarães também afirma que os exemplos de autarquias que abriram mão da contratação de servidores por meio do RJU são positivos, já que o sistema de contratação vigente “não está funcionando”.

Paulo Rizzo aponta que o presidente da Capes parece “esquecer” que a contratação de professores estrangeiros já é, além de constitucional, fato comum e corriqueiro nas universidades federais, tornando desnecessária a criação de uma OS para esse fim. “Na verdade, temos que oferecer uma carreira e uma política salarial atrativas para contratar os docentes, sejam brasileiros ou estrangeiros, por meio do Regime Jurídico Único”, reforça.

*Com informações de Agência Brasil, Jornal da Ciência-SBPC e O Globo.

Fonte: ANDES-SN