terça-feira, 5 de novembro de 2013

Sind-UTE/MG vai ao Ministério Público denunciar excesso de trabalho por falta de substituição de servidor afastado por doença

 A decisão absurda e autoritária de Anastasia de não contratar substitutos para os cargos de ASB e ATB que entram em licença está penalizando nossos colegas que ficam sobrecarregados para manter a escola limpa, organizada e com merenda. Além disso contribui para aumentar o problema social do desemprego. 
A denúncia ao MP é correta e importante, porém a direção da Subsede avalia que é necessário a direção estadual organizar uma plenária estadual com esses segmentos para pressionar o governo a revogar essa decisão.


O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG)protocolou, nessa segunda-feira (4/11),uma representação no Ministério Público Estadual, na Promotoria da Educação,  em Belo Horizonte, denunciando o seguinte:
As escolas estaduais de Minas Gerais estão impedidas, pela Secretaria de Estado da Educação, de contratarem profissionais para substituir os servidores que se afastaram das escolas por problemas de saúde. 
Segundo explica a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira, em entrevista à imprensa, essa situação acontece hoje em todas as regiões de Minas:
Beatriz lembra ainda que essa situação atinge os setores de Assistentes Técnicos da Educação e Auxiliares de Serviços, mas pode alcançar também outros servidores.
O Sind-UTE/MG procurou além do Ministério Público, as Comissões de Direitos Humanos e de Educação da Assembleia Legislativa e o Conselho Estadual de Alimentação Escolar para relatar esse fato.


domingo, 3 de novembro de 2013

ATENÇÃO DESIGNADOS (AS)

Já está publicada desde o dia 22/10 a resolução  SEE nº 2.441 que estabelece critérios e período de inscrição para as designações de 2014. 
A direção da Subsede orienta  a todos (as), inclusive concursados e lei 100 a fazer a inscrição.
A resolução com os critérios para as designações ainda não foi publicada e o sindicato reivindica que o primeiro critério seja a classificação no concurso público em validade. 
Não deixem para fazer a inscrição na última hora porque, se por acaso, o (a) candidato (a) cometer algum erro ele poderá ser corrigido enquanto durar o período da inscrição. Terminado o prazo, não serão aceitas correções de nenhuma espécie, mesmo aquelas que forem do sistema.

sábado, 2 de novembro de 2013

RODA DE SAMBA DO SINDUTE



É hoje a Roda de Samba do Sind-Ute.


Vamos dançar, sambar e cantar a dor e a delícia de sermos educadores.


Será Sindicato dos enfermeiros, rua Barão de Cataguases, 55 - a partir das 15h. 

Polícia Militar de MG reprime famílias da Ocupação Willian Rosa

01/11/2013

A ocupação Willian Rosa, que nasceu no dia 11 de outubro de 2013, na cidade de Contagem, agrega aproximadamente 3 mil e novecentas famílias que buscam um único sonho: ter um lugar onde descansar e abrigar seus filhos.

Numa luta intensa por moradia e contra a especulação, heroicamente resistem há semanas sob péssimas condições, em barracos de lona frágeis, sem infraestrutura básica.

A prefeitura da cidade de Contagem (município da Grande BH), governada pelo prefeito Carlin, do PC do B, parece não sensibilizar-se com o clamor dos trabalhadores que querem apensa ter onde morar; faz-se de surda.

Tentando superar a paralisia do poder público, as famílias fizeram no dia de hoje, 1 de novembro, uma manifestação até a prefeitura e, após terem negado o pedido de serem recebidos, desesperadas, bloquearam a rodovia BR040, contra o despejo iminente.

A resposta do poder público foi aplicada pelo braço repressor do estado: Neste exato momento, uma chuva de bombas de gás lacrimogêneo sufoca crianças, mulheres e idosos. Lançadas pelos policiais – que agora invadem o acampamento atirando com balas de borracha em famílias pobres e vulneráveis. Ateiam fogo aos barracos, pondo em risco as vidas que lá estão a gritar por socorro. Socorro de quem, se é o próprio estado que sob os coturnos da violência esmaga a esperança dos pobres?

Precisamos de ajuda, precisamos de solidariedade, precisamos que se divulgue mais esta imensurável injustiça a que nos acostumamos ver em um país riquíssimo chamado Brasil.

A área pertence ao governos federal (PT); a prefeitura é dirigida por Carlin (PCdoB) e o governo estadual de Minas, conduzido por Anastasia (PSDB). Neste momento, todos são responsáveis por espancar, sufocar, atingir, violar os direitos de milhares de trabalhadores e trabalhadoras pobres.

Não destruirão, no entanto, nossa luta, nossa busca por justiça, nossa esperança por um mundo livre onde não sejamos massacrados pelo fato de não possuirmos bens, dinheiro, propriedades ou sobrenome nobre.

Não destruirão a Ocupação Willian Rosa, que seguirá firme, dentro ou fora deste terreno a incomodar os que dizem que não há problemas na vida dos que tudo produzem e nada tem.

Não destruirão a Luta Popular, que seguirá se organizando onde houverem pessoas com coragem de gritar aos poderosos que o mundo não pertence a eles e que não somos uma mercadoria à venda nas agências de emprego.

Aos que puderem deslocar-se para o local do acampamento, estamos em frente ao CEASA Minas, em Contagem, no bairro Laguna.

Aos que possuírem contatos que possam amenizar a barbárie que foi instalada pelo estado naquela ocupação, pedimos que ajudem.

Aos que se solidarizam que divulguem mais este absurdo cometido contra a vida.

Movimento Luta Popular

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

CHOQUE DE OPRESSÃO:

Postamos aqui um texto divulgado pela direção da Subsede de Barreiro com o qual temos pleno acordo


TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO MINEIROS NÃO TEM DIREITO A SUBSTITUTOS!

Em Minas Gerais, o Governo Anastasia/Aécio Neves, aprofundando sua política de Choque de Gestão – que, no fundo, é um “choque de opressão” sobre os trabalhadores do setor público – inova sua exploração sobre os trabalhadores da educação, impedindo que estes sejam substituídos, caso algum se afaste ou por licença saúde, ou por férias prêmio, ou por outro afastamento qualquer.

O CHOQUE DE OPRESSÃO incide fundamentalmente sobre os trabalhadores das secretarias e sobre os trabalhadores auxiliares de serviços gerais. Na verdade, para economizar gastos com a educação, nas escolas, os funcionários estão sobrecarregados de trabalho, tendo de assumir serviços de colegas que por algum motivo tenham de se afastar da escola. Os trabalhadores estão sendo altamente penalizados com mais essa medida do governo tucano, tudo por um mísero salário mínimo, no caso dos Auxiliares de Serviços Gerais, e pouco mais de salário mínimo, no caso dos trabalhadores das Secretarias. O estresse é evidente. Visitando as escolas como militante do Sind-UTE/MG, tenho sentido como os trabalhadores e trabalhadoras em educação estão se queixando desse acúmulo de serviço.

Ora, a escola não funciona sem uma boa estrutura e uma boa estrutura passa por Secretários eficientes, capazes de executar em dia as tarefas legais relacionadas à vida dos estudantes e vida dos funcionários, bem como passa por Auxiliares de Serviços Gerais que fazem o lanche, organizam a limpeza da escola, cuidam do bom funcionamento do espaço físico escolar, cuidam da vigilância na portaria. Com a medida que impede contratação de substitutos para os trabalhadores em educação que, por algum motivo, precisam se afastar temporariamente da escola, a estrutura educacional está afetada e mais afetados esses trabalhadores em educação que tem de “dar conta do serviço” dos colegas que se ausentam. Além disso, ocorre, na escolas estaduais de Minas Gerais, um corte brutal na contratação de mão de obra, deixando as escolas cada vez com menos funcionários para garantir que a base estrutural (secretaria, serviços gerais, especialistas, orientadores educacionais, bibliotecários) funcione, para que docentes possam se dedicar plenamente à tarefa de ensinar.

Chega de Choque de Opressão! Exigimos contratação imediata de substitutos em caso de afastamento temporário de trabalhadores em educação! Exigimos contratação de funcionários suficientes para garantir o funcionamento da estrutura escolar! A depender da boa vontade política do governo Anastasia/Aécio Neves, contudo, não haverá fim dessa opressão/exploração. É preciso mobilizar contra essa política, é preciso mobilizar contra esse Choque de Opressão. Não podemos achar que essa sobrecarga de trabalho seja algo normal, natural, legítimo! Será que os OITO BILHÕES desviados da escola pública por Anastasia/Aécio Neves, nos últimos anos, não seriam suficientes para contratação de trabalhadores substitutos?

                        SindUTE Sub-Sede Barreiro