sexta-feira, 5 de outubro de 2012


 ETA POVO QUE NÃO PARA DE LUTAR!


Trabalhadores da Belgo Contagem (MG) paralisam por tempo indeterminado

05/10/2012

A situação para os trabalhadores da Belgo-Contagem (MG) não esta fácil, a empresa esta fazendo uma política de “diminuição de custos” e está demitindo os funcionários que recebem cerca R$2500,00 e contratando novos com salário de R$970,00. Já foram mais de 600 demitidos, todos com muito tempo de serviço. Está fixando turno, e não quer negociar a PLR com o sindicato.

Diante disto, os trabalhadores decidiram entrar em greve na tarde de hoje.

Os trabalhadores esperam que a empresa decida negociar, afinal são eles que dedicaram anos de sua vida a ela e não merecem ser tratados dessa forma.

A CSP-Conlutas apoia a luta dos trabalhadores.

Não às demissões!

Negociação já!

Fonte: site CSPConlutas
  CSPConlutas solidariza-se com sindicato cutista que foi atacado pela polícia paulista a mando de José Serra.
 

Sindicato dos Bancários de São Paulo sofre apreensão do seu jornal “Folha Bancária”


Na noite de ontem, 04/10, um oficial de justiça acompanhado da policia militar, foi às sete sedes do Sindicato dos Bancários de São Paulo com mandato de busca e apreensão. A representação protocolada na 1ª Zona Eleitoral de São Paulo (Bela Vista – Capital) na mesma data foi assinada pela juíza Carla Themis Lagrotta Germano.  O oficial de justiça tinha em mãos autorização para vasculhar e, se preciso, arrombar portas, armários, gavetas, arquivos e o que fosse necessário para encontrar supostos materiais de campanha contra o candidato a prefeitura de São Paulo, José Serra.

Tradicionalmente o sindicato reserva a última edição do seu jornal antes da votação, para apresentar a sua base qual é a posição da diretoria frente ao processo eleitoral. A justificativa para a ação é que a edição que circularia nesta sexta-feira (05/10) supostamente traria reportagem difamatória contra o candidato do PSDB.  O jornal foi recolhido e retirado do site da entidade. Segundo o sindicato, o jornal Folha Bancária circula desde 1939 e o site está no ar desde 2005. É a primeira vez que sofrem censura.

“O Sindicato tem quase 90 anos de existência e sempre lutou pela democracia e pela liberdade de expressão. Desde o ano passado estamos fazendo o debate, com os bancários, do que afeta a qualidade de vida dos trabalhadores. Além da campanha salarial e por melhores condições de trabalho, somos um sindicato cidadão que se preocupa com a cidade, o estado e o país em que os trabalhadores vivem. Sabemos da importância desse debate”, afirma a presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira.

 Ainda segundo o sindicato, o jornal trazia na última página reportagem que analisava as propostas e trazia o histórico dos candidatos que lideram a pesquisa à prefeitura de São Paulo: Russomano, Serra e Haddad. Também declarava o apoio da maioria da direção executiva da entidade a Fernando Haddad (PT).

 Para o dirigente da CSP-Conlutas, Sebastião Carlos Pereira Filho, o Cacau, esta ação deve ser repudiada: “o Sindicato dos Bancários de São Paulo é filiado a CUT e mesmo estando em centrais diferentes neste momento temos lado. Somos contra a censura sofrida pelo sindicato e nos colocamos na trincheira daqueles que estão a favor da liberdade de expressão e daqueles que defendem que os trabalhadores têm o direito de saber qual a posição do seu sindicato frente ao processo eleitoral”, disse.

O dirigente criticou ainda o fato de que o mesmo tratamento não é dado aos representantes dos patrões. “Os banqueiros e demais empresários fazem doações milionárias aos seus candidatos e com certeza utilizam as suas entidades patronais para fazerem campanha para seus candidatos, mas quando os sindicatos de trabalhadores se posicionam sofrem esse tipo de intervenção e censura”, salienta.

A CSP-Conlutas informa que vai enviar nota de solidariedade ao Sindicato dos Bancários de São Paulo e em repudio a censura sofrida pela entidade.
                         
Por Alexandre Lopes Francisco 
Fonte: Site CSPConlutas

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Ato no Rio Grande do Sul defende aplicação do Piso Nacional dos Educadores e repudia Adin 4848


Foto: Cepers/Sindicato

Cerca de mil pessoas marcaram presença no ato de caráter nacional em defesa da Aplicação Nacional do Piso dos Educadores e em repúdio a Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade), 4848, impetrada pelo governador do estado Tarso Genro (PT-RS) e mais cinco governadores pela não aplicação da lei do piso.

O membro da CSP-Conlutas, José Maria de Almeida, que representou a Central no ato, destacou essa importante iniciativa em defesa do Piso dos Educadores. “No ato, foi expresso o repúdio da categoria à essa Adin e cobrado autonomia das entidades frente aos governos para que lutem em defesa do piso”, informou.

Para a presidente do Cepers/Sindicato, Rejane de Oliveira o balanço da atividade foi positivo. “Reafirmamos no ato a necessidade de ser cumprida a lei do piso, inclusive, sobre o índice do custo aluno”, disse.

De acordo com a lei, o piso deve ser reajustado anualmente pelo valor do custo-aluno do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). Reajustar o piso pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), como quer o governador gaúcho, representa um golpe numa importante conquista dos educadores brasileiros.

Rejane destacou a participação das centrais e de movimentos de diversas regiões do País. “Isso faz com que a categoria se sinta fortalecida com a solidariedade de outros estados”, destacou.

A falta de apoio político também foi abordada pela presidente. “O único partido que esteve presente foi o PSTU e isso mostra que os deputados e ministro da Educação, na hora da verdade não estavam lá. O ato serviu para mostrar quem está do lado dos trabalhadores. Isso demonstra que o governo não valoriza os educadores e que devemos depositar nossas energias na força da classe trabalhadora”, salientou.

A necessidade de mobilização também esteve presente em todas as falas para impedir que a Adin 4848 seja aprovada.

Rejane informou que no ato foi discutida a organização e construção de uma greve nacional para combater os ataques aos professores. “Discutimos construir uma greve de caráter nacional para enfrentar os governos inimigos da educação. O governador Tarso é um deles. A ideia é consolidar um dialogo e abrir esse debate com a categoria para a construção dessa greve”, informou.

O ato político, realizado me Porto Alegre (RS), contou com a participação de professores da base do Cepers/Sindicato do Rio Grande do Sul, bem como de professores dos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Pernambuco.

As entidades presentes foram CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), CUT, CSP-Conlutas, Anel e o Fórum dos Servidores Públicos do Rio Grande do Sul entre outras entidades.

No dia 18 de outubro será realizado um ato no Mato Grosso do Sul com o mesmo objetivo:  defender o piso nacional dos educador
Fonte: site CSPConlutas

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Não são só os governantes do PSDB que criminalizam a pobreza. Essa é uma política dos representantes dos capitalistas nos governos, não importando a que partidos pertencem.


Luta Popular: polícia de Tarso Genro massacra sem tetos


Há alguns dias, o bairro de Guajuviras, na cidade de Canoas – região da Grande Porto Alegre – reviveu as lutas por moradia que formaram a cidade. 
 
Em 1987, foi edificada, com a luta dos trabalhadores e trabalhadoras, uma das maiores ocupações por moradia da região Sul de nosso país: O bairro de Guajuviras é o produto da luta dos trabalhadores organizados em defesa de seus direitos.
 
 
 
 
 
Passados mais de 20 anos da ocupação do nucleo habitacional do Guajuviras, muitas famílias se formaram. Os filhos e filhas daqueles ocupantes de décadas atrás, tem agora seus próprios filhos e suas próprias famílias, e o mesmo problema que seus pais tinham: a falta de uma moradia. Cresceram as famílias, cresceram os sem tetos, cresceu o déficit habitacional. O que não mudou foi o ritmo lento em que o estado responde às demandas dos que mais precisam.
 
 
No entanto, a luta continua e, nas ruas, praças, avenidas e ocupações, fazemos aquilo que as urnas não podem garantir sozinhas: A melhoria da vida dos mais pobres, mudando a estrutura de nossa sociedade capitalista e injusta para uma sociedade onde sejamos homens e mulheres livres e com iguais condições de desenvolvimento humanos e vida digna.
 
Nos últimos 4 anos, a prefeitura de Canoas entregou 2. 600 unidades habitacionais. O déficit oficial (sabemos que o déficit real é sempre maior) ultrapassa o número de 18 mil habitações. Isso significa, numa conta rápida e se ocorresse algo que não ocorrerá, que é o número de sem tetos não aumentar, que a prefeitura levaria 29 anos para resolver o problema. No entanto, sabemos que o número cresce sempre e que neste ritmo, muito mais que 3 décadas serão necessárias para ter uma coisa básica: um lugar decente para viver e criar os filhos. 

Não temos este tempo para esperar; vivendo de favor, passando humilhações, dividindo casas com parentes e pagando aluguéis inviáveis, resolvemos ir à luta.
 
Dias atrás, tentamos pela primeira vez e, fomos tratados como criminosos pela Brigada Militar. Bombas, espancamentos e tiros de bala de borracha foram os métodos utilizados pela polícia do Rio Grande do Sul para conter o nosso sonho. O mais triste em tudo isso é que os mandantes da imensa violência foram O Prefeito de Canoas, Jairo Jorge, do PT, dono da área ocupada por mais de 400 famílias e o Governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, também do PT.
 
 
 
 
O ex- ministro da justiça comanda, à distância um massacre contra mulheres, idosos e crianças cujo único crime é o de serem pobres. O prefeito atua, na questão da moradia, através da polícia. 
 
 
Mas, os tempos são outros e alguns, que ontem participaram de lutas hoje mostram sua verdadeira face no poder. Só que os tempos também são outros para nós; não nos contentaremos mais com migalhas, não viveremos mais em buracos enquanto os poderosos guardam imensos latifúndios vazios.
 
 
Faremos nós mesmos a reforma urbana, reforma do povo pobre, favelado, trabalhador, que precisa garantir na luta seus direitos, sempre desrespeitados.
 
 
Vida longa a LUTA dos sem tetos de Guajuviras!
Vida longa a luta do povo pobre das periferias!
Vida longa ao sonho de um mundo justo!
Criamos, na ação direta, poder popular!
 
 
Divulguem, compartilhem, informe, espalhem. Ajudem-nos a mostrar a luta que ainda existe e a verdadeira cara dos poderosos.
 
 
Luta Popular!

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Informativo da Secretaria Executiva Nacional Nº 2

CSP Conlutas

Leia o segundo informativo da Secretaria Executiva Nacional, referente ao período de 21 de setembro a 9 de outubro. O Boletim fala sobre a organização dos atos unificados das campanhas salariais, o Seminário Nacional sobre o Acordo Coletivo Especial que está marcado para o dia 28 de novembro, a participação da CSP-Conlutas na preparação do Encontro Internacional na Europa e as principais atividades da Central para o próximo período.